28/10/2008

"Picuinhas" com o atendimento

Olá gente,

Estou postando em resposta ao João Gabriel Campos, que deixou a seguinte mensagem no blog:
"Olá, tudo bom? Meu nome é João Gabriel Campos e estou começando a vida como publicitário na área de atendimento. Gostaria de saber como é ter o perfil de atendimento, e também gostaria que você contasse um caso atípico onde um atendimento tomou partido do cliente dentro da agência."

Olha João, primeiramente quero te dar os parabéns por estar ingressando nesta área tão fantástica que é a publicidade, lamento apenas ter escolhido ser a área de atendimento....rsrsrs

Brincadeiras a parte, hoje sou Diretor de Criação, mas a muitos anos atrás eu fui atendimento. Acredito que o perfil ideal para um atendimento é o de um profissional comunicativo, de raciocínio rápido e muito antenado em tudo o que acontece dentro e fora da agência. Ele é a ponte entre o cliente e a agência, e é um dos primeiros a identificar possíveis negócios. É preciso acompanhar de perto a vida do cliente, para antecipar seus pedidos. Acredito que o atendimento deva trabalhar muito próximo ao Diretor de Criação e ao profissional de Planejamento, municiando-os com o máximo de informação possível.

Quanto ao exemplo, acontece diariamente. Como o atendimento é a voz do cliente na agência, toda vez que criamos uma peça, uma estratégia de marketing, um plano de mídia, temos que defender estas peças e ações ao atendimento e cabe a ele, como representante do cliente, questionar a eficácia do trabalho criado.

Acho que é isso. Se tiver algum atendimento experiente que nos lê e queira me corrigir ou complementar minha idéia sobre o profissional de atendimento, por favor participe.

Uma dica legal de como não agir como atendimento. Leia o blog "Pirores briefings do mundo", onde profissionais de propaganda contam os absurdos que clientes e atendimentos fazem.

Abraço João Gabriel e a todos, continuem interagindo.

Luciano Senise

A evolução das marcas

É muito interessante ver a evolução das marcas, de onde elas saíram e como chegaram onde estão hoje.
Confiram abaixo algumas evoluções de marcas automobilísticas.


Muito interessante as evoluções, não acham?
Abraço a todos
Luciano Senise

27/10/2008

Um exercício de design | Carros conceito dos anos 50 e 60

Carros "Conceito" são feitos para mostrar as habilidades de montadoras e designers em antecipar o que será utilizado no futuro, mas será que eles acertam?

Vejam alguns trabalhos desenvolvidos nos anos 50 e 60 e confira se tem alguma coisa haver com o que dirigimos hoje... rs

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Cadillac Le Mans - 1953

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Oldsmobile F-88 Roadster - 1954

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DeSoto Adventurer II - 1954

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GM Firebird II - 1954

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Pontiac Bonneville Special - 1954

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Cadillac LaSalle II - 1955

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Chevrolet Biscayne - 1955

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Ford La Tosca - 1955

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Ford Mystere - 1955

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Lincoln Futura - 1955

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Dodge Dart - 1956

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Mercury XM Turnpike Cruiser - 1956

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Oldsmobile Golden Rocket - 1956

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Pontiac Club De Mer - 1956

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Chrysler Imperial - 1958

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Ford X 2000 - 1958

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GM Firebird III - 1958

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Cadillac Cyclone - 1959

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Plymouth XNR - 1960

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Chrisler Turboflite - 1961

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Ford Gyron - 1961

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Ford Seattle-ite XXI - 1962

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Chrysler Turbine - 1963

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GM X Stiletto - 1964

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Dodge Charger III - 1968

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Buick Century Cruiser - 1969

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Pontiac Cirrus - 1969

E então, já encontraram algum destes nas ruas?

Abraço a todos

Luciano Senise

fonte: Via Com It

24/10/2008

Briga Nizan e Fábio Fernandes - Maximídia

Aconteceu no Maximidia, durante um fórum para discussão do rumo da publicidade Brasileira.


De um lado Nizan Guanais, sinônimo de medo e de uma administração rígida de seu grupo de comunicação. Certa vez disse “Preta Gil”, na época estagiária da DM9 que era ministrada pelo Nizan, disse ter chegado atrasada e encontrado uma placa em sua sala dizendo que o “nome da agência era DM9 e não DM9 e Meia”!

Do outro lado, uma figura emblemática. Fábio Fernandes diretor de criação da F/Nazca Saatchi & Saatchi, melhor agência do mundo no Festival de Cannes em 2001 e acreditem, isso não é pouco. Um dos publicitários mais premiados do país, acumula na sua prateleira 43 Leões de Cannes e também recebeu três vezes o Prêmio Caboré, considerado o Oscar da propaganda brasileira e foi duas vezes o Publicitário do Ano.

Nos dias de hoje a administração é o que conta e vem, o principal foco da discussão foi como tratar o business. Foi uma aula de argumentação – Nizan claramente nervoso, deve ter se sentido como a própria crise de 29, que teve seus reflexos tempos depois.

Acompanhem o vídeo da discussão:



Vejam abaixo a carta escrita por Fábio Fernandades para o pessoal da F Nazca.

"Pessoal,Achei que devia escrever a vocês para falar sobre o Maximidia e o debate/embate que eu travei com o Nizan.Acho que não é novidade para os mais próximos e os nem tão próximos que tenho diferenças profundas, quase religiosas, na visão sobre o que é e o que deve ser o negócio, o objetivo do trabalho, a missão, os processos, a forma e o conteúdo do produto final de uma agencia de propaganda, em relação ao dito personagem - pra mim, uma caricatura de ser-humano, dublê de político populista e novo-rico deslumbrado, comediante de frases de efeito repetidas à exaustão, arremedo de empresário anti-ético e criativo anti-estético.Nunca escondi - nem dele - que o acho vil, pernicioso à nossa indústria, predador, oportunista, aproveitador, manipulador.Nunca deixei de observar e comentar que todo o tempo em que ele esteve criador, foi um tempo que ele utilizou apenas para forjar um personagem que, com tino e capacidade de observação, o levaria a ter seu próprio negócio, onde ele reproduziria não aquilo que ele almejou como empregado mas, ao contrário, os piores modelos, os piores ambientes internos, piores lugares comuns, entre todas as agencias em que ele trabalhou. Desde que isso, convenientemente, implicasse em fazê-lo mais forte, mais rico, mais poderoso.Nizan é um caso típico de uma pessoa que quanto mais tem mais quer. E que quanto mais quer menos mede esforços e as conseqüências nefastas dos atos que ele pratica para ter mais. Ele é o exemplo pronto e acabado da insustentabilidade.Se fosse presidente dos EUA não seria em nada diferente de Bush - só o discurso seria mais engraçado. Mas invadiria o Iraque, deportaria estrangeiros, perseguiria minorias, poluiria a atmosfera, cagaria para o mundo. O que interessa para ele é ele. E por ele, acha ele, que pode, ele, tudo.Mas a minha questão mais vital em relação a ele, é o fato de que - queira eu ou não - ele se transformou em uma celebridade da propaganda brasileira. Os incautos, os bobos da corte, os novatos, os leigos, os incultos, clientes inclusive, publicitários inclusive, imprensa, principalmente, inclusive, o acham o máximo. E eu, que convivo muito bem com as minhas invejas, meus desencantos, meus fracassos, não teria nada a objetar se ele o fosse de fato. Portanto não é este, em nenhuma hipótese, o meu problema com ele.O meu imenso, colossal, infinito problema com ele é que, amparado por essa "populariadade", "unanimidade", "superioridade" ele diz o que quer, do jeito e na hora que quer, destruindo o que quer, com voz e pompas de "representante da categoria".Agencias que produzem trash for cash (ou, lixo por dinheiro, em bom português) existiram e existirão sempre. Na realidade, em boa parte elas até nos ajudam a sermos melhor percebidos como inovadores, originais, cuidadosos, diferentes.O Brasil, entretanto, é o único país do mundo onde a publicidade tem no discurso do seu maior expoente que "o que é bom é feito para ser copiado", "propaganda criativa é bobagem", "eficiência é o contrário de originalidade", ou as pérolas que ouvimos no próprio Maximídia "momento de crise não momento de inovar".Ou seja: na falta de capacidade ou de vontade de fazer boa propaganda, propaganda de qualidade (o que, obviamente, na nossa opinião passa obrigatoriamente por inovação, criatividade, excelência na execução e excitação do pessoal interno de uma agencia de propaganda) o que ele faz - oficialmente - é nos colocar na posição de meninos traquinas, revoltadinhos de plantão, criativos irresponsáveis que querem brincar com o dinheiro dos clientes, enquanto ele finge que é Jack Welch, Warren Buffet ou Armínio Fraga. Nizan não sabe mais quem ele é. Ele é publicitário mas quer fingir que é analista econômico. Foi criativo mas gostaria mesmo era de ser dono da Ambev. Tem um business microscópico mas arrota ares de colega de turma de um Jorge Gerdau.Mas eu sei quem é Nizan. É um demagogo. Ele sabe bem que o discurso do tradicionalismo, do conservadorismo, da mediocridade, da pasteurização, agrada em cheio a uma imensa gama de bundões de plantão que preferem demitir do que investir. Preferem temer do que empreender, preferem dividir os prejuízos, já que nos lucros ele posa com a esposa em sandálias de 3.200 reais em seu apartamento em Paris. Preferem disseminar o caos, porque a alegria dos bons momentos ele rega com champagne em festas particulares com celebridades estéreis e etéreas de ultima hora.Na publicidade, que afinal é o meu negócio, embora sempre que eu fale nisso ele ache que o assunto está infantil demais (lembrem-se, ele é um business man) ele sabe também que há bundões prontos a gastar mais para contratar uma meia dúzia de artistas famosos, cantando um jingle com uma logomarca formada por funcionários da empresa, do que se "arriscarem" a criar um posicionamento de verdade, uma linguagem proprietária, um estilo único e próprio.Na visão desse chupa-sangue de plantão, ele está certo.Tanto que acerta duas vezes com uma mesma tacada: acalenta os desejos mais primitivos de um ou outro cliente cagão e ainda fatura muito mais em cima do trouxa que tem que enfiar todo o dinheiro do mundo para ser ouvido/visto/lembrado com uma bobajada cheia de clichês e formulinhas baratas, que definitivamente não sobreviveriam a um plano de mídia comprado com poucos recursos. De quebra, ele ainda usa todo o seu arsenal de repetidores e baba-ovos da imprensa e arredores para confirmar que um monte de estrume na verdade é um pote de ouro. E o bobo alegre que aprovou e pagou pela campanha, acha que fez a coisa certa de novo.Reis nus. Que se sentem vestidos com o melhor da tecnologia e design da indústria textil. E eu, daqui do alto da minha inocência, só vejo que eles têm pênis pequenos.Não é à toa que ele está tão preocupado com a crise de liquidez que todos vamos enfrentar nos próximos tempos. Ele sabe que o dinheiro, quanto mais valioso e raro fica, melhor tem que ser aplicado. E, com menos dinheiro, é a inteligência o que a propaganda vai voltar a exigir.Quanto mais economizarmos, compensados por uma mensagem forte e memorável, mais eficientes seremos para os nossos clientes.Ninguém lembra de um amigo medíocre que fala pouco, alguns até se recordam de um amigo chato que fala muito, mas todos sentem saudades do amigo genial que falava coisas legais. Ou seja: o modelo de negócio dele desmoronou. A festa acabou para quem não passava de vendedor de um montão de espaço na mídia e começou para quem tem o Que e o Como dizer nesse espaço, que será inevitavelmente menor.E isso ele não sabe fazer.Isso foi o que suscitou o nosso duelo na última quinta-feira.Ao contrário do que ele ainda tentou fazer alguns crerem, eu não estava discutindo sobre o ofício da criação ou sobre "leões em Cannes".Ao contrário do que ele fingiu que estava acontecendo, a nossa discussão não era sobre a criatividadezinha e os sonhos dos seus pequenos criadores.Nós discutíamos sim era sobre uma questão que, apesar de tudo, ele mesmo ainda tem senso crítico suficiente para entender, mesmo que intimamente isso seja altamente doloroso, já que foi o que um dia ele mesmo já tanto defendera. Nós estávamos discutindo caráter.Porque, ao contrário dos que não oferecem o melhor para os seus clientes por falta de recursos, talento, ferramental, essa mediocrização a que ele está submetendo as agencias controladas por ele é um esforço premeditado para esvaziar toda e qualquer possibilidade de que o discurso dos que fazem melhor, com mais interesse, mais cuidado, mais compromisso e mais responsabilidade se reestabeleça.O trabalho que as agencias do Nizan faz, a maneira como ele trata seus funcionários, as propostas comerciais indecorosas que elas oferecem aos seus clientes, não seriam um problema tão grande se não fosse o fato, como eu já disse, de que o discurso que o embasa é avassaladoramente mais potente que o que nós e outros poucos como nós, conseguimos rebater daqui.Quando alguém vende a alma ao demônio isso deixa de ser um problema exclusivamente dele quando esse alguém vai à Caras, à Exame e à Veja para convencer a todos de que vender a alma é o certo.E o que aconteceu de bom no final de tudo isso? Na minha opinião, várias coisas.A primeira é que muitos agora viram que o que ele diz não é uma verdade. É uma opinião viciada, interesseira e oportunista.E não é a opinião do resto do mercado.Segundo, é que outros que pensam como nós entenderam que ele pode e deve ser confrontado.Terceiro, é que se definiram claramente os discursos e as práticas no dia a dia. Agora, já pode-se começar a entender que mediocridade e mesmice são apenas uma opção e, tanto são uma opção, que têm um lugar (ou um grupo) certo onde podem ser solicitadas.Mas existem sim outras opções e nós estamos na ponta entre as agencias de propaganda latu-sensu que oferecem essa opção.Quarto, é que sempre é bom ver os que se fazem de bonzinhos e corretos finalmente mostrando as suas garras e suas verdadeiras motivações. Naquele mesmo dia à tarde o Nizan me telefonou aqui na agencia. Como eu não o atendi, deixou, literalmente, o seguinte recado com a Sueli: "Diga ao Fábio que ele é viado, frouxo, que ele me bate em público mas se ele for homem que telefone para mim!"Disse também, mais tarde, em um jantar com pessoas que me conhecem que "Eu só não bati em Fábio Fernandes porque ele estava maquiado - e eu não bato em homem maquiado". Para os que não entenderam o enigma (como eu, que fui perguntar a uma pessoa que o conhece) ele acha que eu... passo lápis nos olhos. Sim, acreditem. Alguém, inclusive, já o ouviu relatando que alguém lhe contou que uma certa vez, sob a chuva, o lápis dos meus olhos borrou e eu corri para colocar os óculos escuros.... :-)))))Inacreditável, mas é a mais pura verdade. Foi a esse ponto que esse sujeito chegou.Por isso mesmo eu resolvi escrever a todos vocês sobre isso. Porque o que eu tenho a dizer sobre ele é bem pior do que seria se ele apenas usasse lápis para ressaltar os seus lindos olhos. O que eu tenho a dizer sobre ele é claro, verdadeiro, profundo e cabal.Fico feliz de não me maquiar, mas não teria problema nenhum em admiti-lo se, ainda que absurdo, isso fosse verdade.O duro para ele deve ser ouvir o que eu penso - e que a cada dia mais gente vem me dizer que foi bom eu dizê-lo porque é o que quase todo mundo pensa - e, mesmo sendo a mais aguda verdade, não poder admiti-lo.Porque é revelador, comprometedor e devastador.
O rei está nu.
E eu sei que ele não é de nada.

Fabio Fernandes
F/NAZCA SAATCHI & SAATCHI
Agency of The Year 1999, 2001, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007"

A coisa pegou fogo....rs

Abraço a todos

Luciano Senise

fonte: Propaganda Estratégica

22/10/2008

PC vs MAC virou um musical

A guerra PC vs Mac vista de uma outra forma - um musical que é ao mesmo tempo uma briga de rua. As armas sao laptops, um iPhone etc - e há cenas de violência, como um MacBook ensanguentado.



Fonte: Bluebus

21/10/2008

O valor do design na comunicação

O norte-americano Eduardo Braniff, diretor de estratégia global da Imagination, de Los Angeles, trouxe ao palco do New Brand Communication a sua experiência em comunicação multiplataformas. Inquirido sobre como a marca pode se diferenciar e não se perder em meio a tantas outras, Braniff ressalta que cada uma deve se lembrar daquilo que ela realmente é. Um caso citado por ele, de JetBlue, representa bem isso: "Eles têm cinco valores próprios que permeiam tudo o que fazem em comunicação", informa.

Exibindo diversos casos de clientes como Ford e Samsung, que se utilizaram de diferentes mídias para entregar mensagens ao seu público, ele mostrou interações perfeitas em três frentes de análise: a virtual(onde ocorre a interação online com as pessoas), física (espaço para gerar compromisso e crença na marca) e mobile (caracterizada pelo imediatismo).

A britânica Lucy Johnston também trouxe ao evento as últimas tendências em Brand Experience analisadas pela empresa da qual é diretora, a GDR de Londres. Ela é responsável pelas pesquisas globais da empresa que gera relatórios de insights sobre criação e consumo, lidos por CEO's de grandes marcas como Coca-Cola, L'Oreal, Nike, Procter & Gamble e Sony.

Fonte: M&M On-line

Muito obrigado pelo carinho neste dia especial

Muito obrigado a todos pelo carinho, pela lembrança e pelas mensagens de felicitações pelo meu aniversário.

Abraços e beijos a todos(as)

Luciano Senise

20/10/2008

Martin Sorrell tem planos para driblar a crise e tornar a WPP mais latino-americana

Martin Sorrell, fundador e presidente mundial da WPP – holding controladora de agências como JWT, Young & Rubicam e Ogilvy & Mather –, está no Brasil para uma de suas visitas às agências latino-americanas de sua empresa, que acontecem a cada dois anos. Em São Paulo na manhã desta quinta-feira, 16 de outubro, o executivo aproveitou para falar sobre os caminhos que seu grupo está trilhando em meio à crise, bem como a respeito dos efeitos em curto e médio prazo do imbróglio econômico.

Sorrell se posiciona com conhecimento de causa, pois é graduado em Economia pela Cambridge University, com MBA na Harvard University Graduate School of Business Administration, tendo atuado como diretor financeiro do grupo Saatchi & Saatchi de 1977 a 1984 – até fundar, um ano depois, a WPP. Por suas análises, o profissional garante que há havia se preparado para o pior, mesmo não sabendo que os rumo seriam tão negativos. “Já prevíamos antes do início do ano que o período pós-olimpíada e eleições americanas seria difícil, porém, tudo se agravou ainda mais com a crise do sistema financeiro”, avalia.

Para o executivo, o final de 2008 será também difícil, com agravo da situação no próximo exercício, porém, 2010, em sua opinião, deve ser um ano de reconstrução, principalmente pela realização de grandes eventos como a Copa do Mundo na África do Sul, os Jogos Olímpicos de Inverno, os Jogos Asiáticos e as eleições para o congresso americano.

Aprofundando sua análise do quadro atual em âmbito mundial, Sorrell pontua a diferença entre problemas que afatam o sistema financeiro, potencializado pela queda das bolsas, e a vida dos cidadãos comuns, cujos orçamentos não estão atrelados a investimentos e que, portanto, não têm pautado seu dia-a-dia pelos receios que, neste momento, se manifestam em terminados setores da economia. “Geralmente, o mundo ‘real’ sente os resultados da crise econômica com um atraso de seis meses, o que está para acontecer. Mas vejo que o medo é muito maior do que os verdadeiros prejuízos que os consumidores em geral sentirão”, afirma.

Nas contas do presidente, a WPP tem 37% de sua receita atual proveniente do mercado norte-americano; 37% dos países da Europa Ocidental; e 26% do Bric, bem como dos países do leste europeu e outras nações emergentes. Vendo que a crise age, obviamente, com maior agressividade em mercados mais maduros, Sorrell se vale, em suas estratégias, de previsões nas quais países como o nosso despontam dentro os menos afetados no balanceamento da equação gerada pela crise financeira. “Nossa meta é atingir, em breve, uma divisão mais equilibrada, na qual cada um dos nossos blocos regionais de faturamento responda por um terço do total da receita. Espero vir à São Paulo nos próximos cinco anos e ver a WPP mais latino-americana, mais asiática, com mais força do lado leste da Europa e do mundo”, argumenta.

O executivo demonstrou, ainda, orgulho e otimismo em relação à aquisição do grupo britânico de pesquisa TNS por mais de US$ 2 bilhões, conforme anunciado na última semana. “Após a compra da TNS, calculamos que apenas 40% de nosso faturamento continuará sendo fruto da publicidade tradicional. Os demais 60% virão dos serviços de nossa nova empresa, como pesquisas de mercado e consultoria; e das chamadas novas mídias digitais e, principalmente, mobile marketing”, acentua Sorrell, adiantando que divulgará nesta sexta-feira, 17, a aquisição de uma empresa focada em marketing de varejo, sediada na África e no Oriente Médio.

Finalizando suas percepções sobre a crise, o bem-sucedido executivo acrescenta que em tempos difíceis se deve manter uma boa estratégia de investimento. “Analisando a História, vemos que as marcas que cortaram investimentos diante de crises tiveram muita dificuldade para recuperar o espaço perdido no futuro”, aconselha, esperando que seus maiores clientes, como Procter & Gamble, Unilever e Nestlé, pensem como ele. “Meu chute diz que teremos uma surpresa positiva quando soubermos da verba que nossos clientes estão preparando para 2009".

fonte: Portal da Propaganda

Da série "o que a faculdade deveria ensinar" | Flexografia

Flexografia é um sistema de impressão gráfico em que a matriz, clichê de borracha ou fotopolímero, é relevográfica. O sistema pode ser considerado como um bisneto do carimbo. Usa-se tintas líquidas altamente secativas, a base de água, solvente ou curadas por luz UV. Uma de suas virtudes é a flexibilidade para imprimir os mais variados suportes, de durezas e superfícies diferentes. Recomenda-se o uso do processo flexográfico para impressões de alta tiragem, por causa do seu custo elevado. Necessita-se de um longo prazo de entrega. É mais usado para imprimir etiquetas, embalagens, papel para presente, faixas promocionais, copos descartáveis, toalha de papel, jornais, listas telefônicas, papel pautado etc. É um processo bastante semelhante ao da xilogravura e rotogravura. A diferença está na matriz, que é respectivamente, de madeira, esculpida à mão, e o outro que é encavográfica, de cromo.

Origem

Não se sabe ao certo onde surgiu a Flexografia. Os ingleses dizem ter documentos comprovando que sua origem data do final do século XIX, pela sociedade Comercial Bibby, Barons & Sons Ltda. Já os registros históricos apontam o surgimento da flexografia nos Estados Unidos, no ano de 1860. A tinta, que inicialmente era um corante a base de anilina, dissolvida em álcool, desenvolveu-se em meados dos anos 50, assumindo o pigmento como elemento corante e agregando valor às exigências técnicas dos produtos impressos. No início era chamado de “impressão com anilina”. Em 1952, no 14º Fórum do Instituto de Embalagens, foi realizada uma votação entre os fornecedores presentes, em que o processo passou a ser chamado de Flexografia.

Características do Processo

Gravação de Chapas Os clichês são gravados em equipamentos que conferem alta qualidade à chapa, com formato de até 1100 mm x 1500 mm, garantindo acabamento, durabilidade e flexibilidade, por isso o seu preço elevado.

Tinta
Tinta à base de água ou solvente, ou seja, a resina é solúvel em água ou solvente (dependendo das características e utilização do impresso a se obter). Além dessas tintas que secam através da evaporação do solvente (seja ele solvente ou água) ainda existem tintas que "secam" através da cura por luz ultravioleta (na realidade nesse caso não ocorre secagem e sim polimerização), conhecidas como tintas UV. Devido à característica de utilizar tinta líquida (e forma em alto relevo), o sistema de impressão flexográfico é um dos sistemas mais versáteis que existe, podendo fazer a impressão em diversos substratos, como papel, plásticos, sacos de ráfia, papelão ondulado, cerâmica, etc (com a utilização de máquinas especialmente fabricadas para cada utilização). A impressão em substratos impermeáveis pode ser obtida devido ao fato da tinta ser líquida e de secagem extremamente rápida (com auxílio de aquecedores e ventiladores instalados no percurso do substrato durante a impressão) Para a limpeza, deve-se utilizar o solvente utilizado na tinta, facilitando assim, a remoção da tinta na superfície da chapa e garantindo a compatibilidade do solvente com a chapa. A tinta nunca deverá secar completamente sobre o clichê. Nas paradas da máquina deve-se aproveitar para fazer a limpeza, utilizando uma escova de cerdas macias. Mesmo de um dia para outro, a chapa deverá ser completamente limpa, removendo-se principalmente a tinta que penetra nos textos negativos ("vazados") e nas letras pequenas. O excesso de tinta sobre o clichê é um dos inimigos mais comuns da impressão flexográfica de qualidade.

Forma de impressão
Para entender melhor o princípio da forma flexográfica pode-se pensar em um carimbo, onde serão entintadas somente as áreas que estão em alto relevo (característica vinda da xilogravura). Esta forma será fixada no cilindro porta-clichê na impressora flexográfica onde, através de sistemas apropriados de entintagem, será realizada a aplicação da tinta na superfície da imagem em alto relevo. Existem diversos tipos de formas que podem ser utilizadas em flexografia, dependendo das características do impresso a se reproduzir, máquina a ser utilizada, substrato que será utilizado na impressão, etc. Os clichês de fotopolímero podem ser armazenados montados nos cilindros ou desmontados. Os clichês devem estar limpos; Pode-se utilizar óleo de silicone para proporcionar uma maior proteção; Os clichês podem permanecer na posição vertical ou plana; A área de armazenamento do clichê deve ter uma temperatura ambiente de 25 ºC, longe das fontes de ozônio e protegida da luz do sol; Os clichês deverão ser embalados com papel kraft, nunca com plástico, pois os plásticos prejudicam a dispersão dos gases dos solventes.

Tipos de impressos

A flexografia pode imprimir praticamente qualquer suporte, e atua nos segmentos promocional e editorial principalmente, embora no Brasil o mercado de flexografia para jornais e tablóides seja praticamente inexistente.
1. Editorial(jornais, revistas); 2. Promocional (embalagens e peças de apoio) - o maior crescimento da flexografia encontra-se no ramo das embalagens flexíveis (celofane, polietileno, polipropileno, nylon, poliéster, alumínio, papel etc.), etiquetas e rótulos auto-adesivos e as embalagens de papelão ondulado.
Pode imprimir materiais decorativos, a exemplo dos papéis para presente, móbiles, crepom, papel tissue dentre outros. Imprime-se também a cerâmica, tecidos, fórmica e bens duráveis.
fontes: Google e Wikipédia

10/10/2008

A arte de lamber os dedos

Essas peças são relativamente antigas, mas fuçando num blog eu as achei e como gostei muito da arte desde a época em que conheci, estou postando.

Não tem coisa melhor do que se lambuzar para comer um doce. Mas deve ser muito melhor quando o resultado são essas imagens que mostramos logo abaixo. As obras são do artista plástico brasileiro, Vik Muniz.
Geléia e pasta de amendoim

Calda de chocolate

Açúcar

Calda de chocolate

Macarronada

A única que não é de lamber os beiços, mas igualmente linda. Terra Fonte: Curiosidades da Net

09/10/2008

Mídia on-line super bem explorada

Trago a vocês mais um exemplo de trabalho super bem feito.

Uma forma incrível de explorar a mídia on-line, linkando perfeitamente efeito, produto e público.



fonte: Youtube