27/11/2008

Evolução da publicidade no Brasil | Como você vê?

Recebi hoje um e-mail de Mariana Brandão, uma estudante do segundo semestre de publicidade que busca mais informação, aprimoramento profissional e troca de idéias. Muito legal sua iniciativa Mariana, esse empenho mostra que está na área certa, assim como eu, deve ser apaixonada por publicidade.

Ela pediu minha opinião sobre a evolução da publicidade no Brasil. Tentei escrever um pouco sobre o que penso e o que já vi nestes anos de experiência e achei interessante compartilhar com todos vocês que acompanham meu blog. Segue trecho do meu e-mail:

"Na minha opinião a publicidade do Brasil é e sempre foi uma das melhores do mundo. A própria situação do país, as dificuldades financeiras, a antiga censura, a falta de recursos técnicos sempre estimularam a criatividade dos profissionais de propaganda. Com o passar dos anos, a melhora do país e a abertura ao mercado externo, a propaganda se aprimorou tecnicamente, ganhou recursos mais modernos e verbas maiores, sem abandonar a sua conhecida criatividade.

Quando existem muitos recursos técnicos e tecnológicos para se trabalhar, a tendência é que os efeitos mirabolantes se sobre-saiam às idéias criativas e este, na minha opinião, é o maior desafio de nossa profissão. Basta ver como exemplo peças criadas nos EUA ou Europa, em que a criatividade é nula, mas com “maravilhosos e cinematográficos” efeitos especiais.

Falando mais especificamente do mercado de Campinas/SP onde atuo, sempre foi um mercado meio complicado, acredito que pela proximidade com São Paulo, as grandes contas da região sempre foram buscar agências na capital. Mais recentemente, por questões econômicas e pela maior profissionalização do mercado regional, grandes anunciantes, estão voltando a trabalhar com agências da cidade, por um atendimento mais presente, preços mais competitivos, sem perder a qualidade nos trabalhos. Essa é uma tendência que acredito estar acontecendo em diversas regiões do Brasil. Empresas estão se afastando dos grandes centros urbanos, buscando uma economia nos custos e uma melhoria na qualidade de vida de seus funcionários.

O lado ruim, que se agrava com o tempo, é o fato da profissão não ser regulamentada. De nada adianta estudar 4, 5 anos, fazer pós, se preparar, pois qualquer um que tenha o mínimo de habilidade em computador e um pouco de criatividade pode roubar sua vaga no mercado de trabalho, pedindo uma “merreca” de salário. Isto fez nosso mercado se prostituir e os níveis de salário abaixarem muito. Ainda bem que existem agências e clientes que prezam pela qualidade do trabalho e pagam o preço justo por isso, mas a grande maioria só pensa em reduzir seus custos para aumentar margem de lucro, sem se preocupar com a qualidade e eficácia do trabalho realizado. Tenho notado que inúmeras empresas, principalmente as pequenas, sentem arrepios ao ouvir a palavra “agência de propaganda”. Buscando profissionais baratos, muitas vezes são enganados por publicitários picaretas e acabam formando uma opinião errada sobre o que é realmente investir em propaganda. Desde que comecei a atuar no mercado, digo que publicidade deve ser feita por publicitários, afinal os anos de estudo e investimentos não são à toa. Existem alguns projetos “passeando” de lá pra cá no Congresso, pela regulamentação da profissão, quem sabe com essa regulamentação aprovada e uma atuação mais forte das entidades de classe como a APP, consigam mudar esse cenário.

Por enquanto só podemos estudar, nos mantermos atualizados com as tendências de mercado, aprimorar nossas técnicas buscando a excelência profissional e oportunidades em agências sérias, trabalhando para clientes que valorizam a boa propaganda, que traz resultados."

É isso pessoal, gostaria de saber a opinião vocês também.

Abraço a todos

Luciano Senise

26/11/2008

Dicionário das marcas | Coca-cola

Coca-Cola. EUA. Refrigerante. 1886.
Nem Jesus, nem Buda, nem Maomé. Os religiosos mais ferrenhos podem ficar ofendidos, mas não mudarão a verdade. Se fosse uma religião, a Coca-Cola seria a maior de todas. As pessoas que vivem hoje inevitavelmente são ou serão batizadas por pelo menos um gole da bebida. Tanto que o nome da marca já foi pronunciado em todas as línguas do planeta.
O termo foi criado por Frank Robinson, contador e amigo de John Pemberton, esse último o inventor do refrigerante. Pemberton era farmacêutico, portanto sua intenção não era criar um refrigerante, mas sim uma espécie de tônico para combater a dor de cabeça. Sendo assim, é bem provável, mas não confirmado, que a primeira fórmula da bebida levasse folhas de coca em sua composição, além de noz de cola e caramelo. Por isso Robinson teria escolhido o nome Coca-Cola, composto pelas duas principais matérias-primas do refrigerante.
Mas por que incluir folha de coca na receita da bebida? Simplesmente porque a folha de coca tem grande eficácia no tratamento de enjôo e dor de cabeça. Basta lembrar que muitos dos habitantes dos Andes mascam a folha para evitar o soroche, mal-estar causado pela altitude. Outro motivo: na época do surgimento da bebida (1886) era comum o uso dos princípios ativos da folha de coca em remédios. Esses são dois dos argumentos que sustentam a possível inclusão dessa planta na fórmula original da Coca-Cola. Cabe lembrar, mais uma vez, que essa possível inclusão existiria apenas nas primeiras versões da bebida, quando ela ainda tinha fins medicinais.
Atualmente não há no refrigerante nenhum ingrediente relacionado à folha de coca. Na verdade, até mesmo essa informação de que algum dia a fórmula da bebida levou folha de coca é questionável. A própria Coca-Cola não assume. Existem os que dizem que só a noz de cola fazia parte da fórmula. O termo “coca” teria sido inserido por Robinson simplesmente por ser sonoro e combinar com “cola”. De qualquer forma, independente do nome ou da antiga composição, os números mostram o sucesso da marca: a cada dez segundos, 126 mil pessoas consomem um produto da The Coca-Cola Company.

Curiosidades de Sobremesa:
1 - O termo Coke é um apelido, algo como uma abreviatura da pronúncia em inglês da marca Coca-Cola.
2 - O logotipo do refrigerante foi desenhado à mão pelo criador da marca, Frank Robinson.
3 – Pemberton vendeu os direitos de comercialização da Coca-Cola cinco anos depois de criar a bebida. Quem comprou foi um empresário chamado Asa Griggs Candler. Muita gente diz que Pemberton fez besteira ao vender a fórmula. No entanto, quem entende do assunto, sabe que o sucesso não vem do sabor da bebida em si, mas sim do marketing. Por isso Candler é considerado o grande gênio por trás da Coca-Cola. Foram suas táticas agressivas de propaganda popularizaram a marca.
4 – Mesmo assim, Candler não era infalível. Até 1894 a Coca-Cola era vendida somente em copos abertos de 237 mililitros, diretamente em pontos comerciais. Nesse mesmo ano um comerciante chamado Joseph Biedenharn propôs a Candler vender a bebida em garrafas. Candler achou que não faria sucesso e, cinco anos depois, vendeu os direitos de engarrafamento por apenas um dólar.
5 – Após a morte de Candler, seus filhos venderam as fábricas para um grupo de empresários liderados por Ernest Woodruff. Cinco anos mais tarde o filho de Woodruff, Robert, assume a presidência da empresa. Também um gênio do marketing, assim como Candler, ele foi o responsável por popularizar a Coca-Cola no mundo todo.
6 – Uma das táticas usadas por Woodruff era espalhar o logo da Coca-Cola por todos os eventos possíveis. Ele era adepto de um marketing incisivo. Em uma de suas campanhas, por exemplo, enviou representantes da empresa de porta em porta para instalar um abridor de garrafas de parede, tudo grátis.
7 – Aliás, a chegada da Coca-Cola no Brasil tem a ver com essa ousadia de Robert Woodruff. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele prometeu que todo soldado americano poderia comprar uma Coca-Cola pelo mesmo preço pago nos EUA (cinco centavos), independentemente de onde ele estivesse. Por isso, com a instalação da base americana em Recife, na mesma época, a bebida chegou ao Brasil para fazer valer a palavra de Woodruff.
8 – O primeiro slogan da marca no Brasil foi “Coca-Cola borbulhante, refrescante, 10 tostões”.
9 – Coca-Cola faz mal? Desentope pia? Derrete um prego? Nada disso jamais foi provado.
10 – A Sprite foi o segundo refrigerante lançado pela marca, 75 anos depois de sua fundação.

Fonte: Sedentário e Hiperativo / Eduardo Nicholas

25/11/2008

Aquecimento global derrete entregador de folhetos

Na Argentina, a Cruz Vermelha encontrou uma nova maneira de distribuir folhetos e não ser ignorada pelas pessoas. Um homem derretido na calçada certamente não passa despercebido.
O panfletos falam de aquecimento global e dão dicas de como economizar energia. A ação foi criada pela Leo Burnett de Buenos Aires.

Fonte: Brainstorm#9

17/11/2008

Rejuvenescimento ou reposicionamento de marca?

Dia desses ouvi algumas colegas de trabalho discutindo sobre o trabalho de conclusão de ano do curso de Publicidade na Unip.

O professor que coordena os trabalhos pediu no briefing, entre outras coisa, o rejuvenescimento da marca.

Quando me questionaram sobre isso, sem nenhuma dúvida disse que foi pedido um estudo para modernizar a marca, tomando muito cuidado para não perder suas as principais características, que fazem o cliente identificá-la com facilidade no ponto de venda, certo?

Errado, o tal professor entende por rejuvenescimento de marca, uma busca por um público alvo mais jovem, o que na verdade seria um reposicionamento de marca e não rejuvenescimento.

Existem muitos termos confusos em marketing e publicidade, mas o que dizer dessa geração que já sai da faculdade, com um conhecimento equivocado sobre os termos? Aí quando chegam no mercado de trabalho e o cliente pede "laranja" vão entregar "verde". Muito complicado isso.

Vocês alunos que acompanham meu blog, tomem cuidado com o que aprendem na faculdade. Nem tudo o que dizem é correto, seus professores não são os donos da verdade, até porque alguns deles não tem uma vivência de trabalho diário no mercado, apenas dão aulas. Saibam que vocês vão aprender muito, quando começarem a trabalhar, inclusive que ainda não começou, procurem logo um estágio.

E vocês professores por favor, tomem cuidado com o que ensinam aos alunos, vamos formar bons profissionais.

Abraço a todos

Pesquisa da MacCann Erickson | Quem tem medo da crise também teme ir às compras

McCann Erickson acaba de divulgar parte dos dados de uma pesquisa que se destina a entender o comportamento dos consumidores de classes C e D em sete países da América Latina. A íntegra da compilação das informações levantadas somente será revelada entre dezembro e janeiro próximos, pois, neste momento, tornam-se públicas apenas algumas das percepções colhidas entre brasileiros.

Em “Retrato da crise: as classes C e D em estado de alerta”, resultado da investigação feita pelo instituto de pesquisa Data Popular, foi analisada, detalhadamente, a postura da classe média diante da crise econômica. O estudo revela que, apesar de ainda não existir um grande sentimento de turbulência com relação à economia, há muita preocupação com a questão. A ampla cobertura da crise pela mídia é a responsável, segundo a análise, pelo público acreditar que, em breve, essa situação afetará a vida dos cidadãos. Eles ainda não sentem os efeitos da crise no seu dia-a-dia, no entanto, quando a situação econômica vira o tema da conversa, 20,7% das pessoas se consideram muito preocupadas; 45,5%, preocupadas; e 56% acreditam que o País será muito afetado pela instabilidade econômica.

"A idéia de crise induz as pessoas a adiarem compras e investimentos”, afirma Aloísio Pinto, vice-presidente de planejamento da McCann Erikson, enfatizando que esse comportamento já é visível: 61% dos respondentes já consideram a hipótese de deixar planos e projetos para depois.
Para mais de 70% dos entrevistados, uma boa opção, durante a crise, é migrar para outros pontos-de-venda em busca de melhores preços, bem como banir produtos mais caros e/ou usá-los menos vezes. Além disso, 60% dos respondentes afirmam que irão limitar o deslocamento para fazer as compras e substituirão marcas. Também foi detectado que 50% dos pesquisados pretendem reduzir gastos com lazer, vestuário, uso de cartão de crédito e celular.

O avant-première dos novos hábitos de consumo pode ser o Natal, que terá mais lembranças do que presentes, férias melhor pensadas e muita renegociação. No entanto, “grande percentual dos entrevistados não vai mexer radicalmente no jeito de festejar a data”, prevê Aloísio Pinto, acrescentando que, como a crise ainda não é “contundente”, o comportamento mais retraído em gastos não deve se acentuar demasiadamente neste fim de ano.

Para passar pela crise, os brasileiros esperam que as marcas criem embalagens mais econômicas, como declarado por 30% da amostra; ofereçam ofertas especiais (29%); e forneçam mais informação sobre os produtos para que se possa escolher melhor (23%). O que as pessoas querem, como resume o vice-presidente da agência, “é muita criatividade e flexibilidade das empresas”.

O estudo mostra, portanto, que a conjuntura econômica está trazendo novos hábitos e expectativas para esses consumidores, que, apesar de ainda não tomarem medidas drásticas em decorrência da crise, já se preparam para enfrentá-la.

Foram questionadas, no Brasil, 618 pessoas economicamente ativas, de capitais e cidades com mais de 200 mil habitantes nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, na faixa de 24 a 60 anos e com renda familiar entre R$ 607,00 e R$ 3.033,00.

Margem de erro: 4%.

Fonte:
Mariana Borrasca
Marketing
Portal da Propaganda

12/11/2008

Campanha em desefa dos animais | Te atingiu?

Navegando pelos mares da internet me deparei com este site, fazendo uma ampla campanha de proteção aos animais, desde o incentivo ao vegetarismo até o combate às empresas que usam animais em testes.



Neste site(http://www.vista-se.com.br/passeata), existem outros diversos poster, vale a visita.

A campanha e a intenção são muito legais, mas não me fizeram desistir de comer um belo bifão de picanha ao ponto (-)... rsrsrs


Abraço a todos


Luciano Senise

11/11/2008

Photoshop analógico

Na Indonésia, o estúdio Art Snob criou um poster para uma revenda chamada Software Asli. Foi um trabalho meticuloso para recriar a interface do Adobe Photoshop CS4 na vida real.


Tinta, papelão, papel, objetos e muita paciência para construir o Photoshop analógico. Clique na imagem abaixo para ampliar e ver todos os detalhes.

Vale também dar uma olhada em fotos dos bastidores da criação.

Fonte: Brainstorm#9

Remuneração por fee vira prática dominante

Os sistemas de remuneração por fees já são maioria nos contratos que regem o relacionamento entre os grandes anunciantes e suas agências de publicidade. É o que revela a segunda pesquisa realizada no Brasil pelo Grupo Consultores, que tem sede na Espanha e já exportou sua metodologia para diversos mercados do mundo. Dessa vez, foram ouvidos 350 executivos de empresas anunciantes, responsáveis por administrar orçamentos de R$ 33,5 milhões, em média. As entrevistas foram feitas entre abril e agosto, a maioria em São Paulo (77%) e no Rio de Janeiro (10%).

O avanço da modalidade de fees pode ser verificado na comparação com o levantamento anterior, realizado em 2006 com 278 profissionais de marketing. De lá para cá, o índice de clientes que recorrem ao sistema subiu de 45% para 64,6%; destes, quase metade (47%) disse praticar atualmente o fee mensal.

Entretanto, no mesmo período o pagamento por comissões dependentes da veiculação em mídia não foi descartado, mantendo-se estável na casa dos 47% (pequena variação negativa de 47,6% para 47,2%). O modelo híbrido é adotado por 16% dos anunciantes, que estabeleceram contratos mistos com suas agências, baseando-os em fees e em comissões.
Outra mudança importante apontada pela pesquisa é o aumento da remuneração variável, praticada atualmente por 16,4% dos clientes ouvidos - o que significa mais que o dobro do índice aferido há dois anos (7%).

"Em todo o mundo há uma queda na prática de remunerar as agências de publicidade por comissão, paralelamente ao avanço do sistema de fee. O pagamento por comissão só é dominante nos mercados asiáticos", acrescenta o presidente do Grupo Consultores, César Vacchiano.

O levantamento investigou também como é avaliada a performance do relacionamento entre agências e anunciantes para se chegar aos valores componentes da remuneração variá­vel. Entre os 16,4% dos anunciantes que trabalham com essa modalidade, mais da metade (58,95%) define as quantias a serem pagas às agências a partir de uma avaliação do cumprimento dos objetivos traçados anteriormente pelas duas partes.

Já 38,4% relacionam a remuneração variável diretamente aos resultados alcançados pela empresa naquele período, método que Vacchiano considera injusto para as agências. "O desempenho das empresas depende de inúmeros fatores que não estão diretamente ligados ao trabalho das agências", opina. Além disso, 29,5% dos anunciantes realizam uma avaliação anual dos serviços prestados pela agência e atrelam a isso a remuneração variável.

Segundo o Grupo Consultores, a remuneração variável vem evoluindo de maneira exponencial nos Estados Unidos, onde sua incidência era de 17% em 1988, saltou para 30% em 1997 e atingiu 50% neste ano. Esse índice só é superado pelo do Reino Unido, onde o sistema é usado em 56% dos relacionamentos dos anunciantes com suas agências de publicidade. Com índices um pouco acima do brasileiro ainda estão Alemanha (22%), China (20%), França (19%) e Espanha (18%). Abaixo, somente o Japão (8%).

"O Brasil está hoje no mesmo patamar de remuneração variável que os Estados Unidos atingiram há 20 anos. Entretanto, vem avançando rapidamente nos últimos anos", observa Graziela Di Giorgi, diretora do Grupo Consultores para o mercado brasileiro.

Veja, a seguir, algumas das principais conclusões da pesquisa, que investigou detalhes dos processos de seleção de agências e as razões que motivam as trocas de parceiras:

Critérios de seleção: Os fatores mais determinantes são a criatividade (76,6%), o fato de a agência não atender contas conflitantes com a sua (76,3%) e a transparência nos modelos de remuneração (75,4%).

Métodos de escolha: As concorrências são apontadas como principal mecanismo, tendo subido de 75,9%, em 2006, para 85,1%, em 2008, à frente da escolha direta (14,9%), da imposição da matriz externa (13,7%), dos processos intermediados por consultores (11,2%) e da análise de credenciais (7,1%).

Sem remuneração: Apesar de muitos dos anunciantes ouvidos considerarem correta a remuneração das agências participantes de concorrências, a maioria (79,3%) não coloca essa premissa em prática. Apenas 16% dizem remunerar as participantes de processos de seleção - índice que é bem maior em outros mercados, como China (29%), Europa (52%) e Estados Unidos (64%).

Mesa de compras: Em 6,6% dos casos, o departamento de compras (procurement) das empresas participa das concorrências para a escolha de agências de publicidade. Após o processo de seleção, a intervenção das áreas de compras nas negociações quanto ao modelo de remuneração chega a 40%.

Assédio constante: Os anunciantes dizem ser abordados em média 12,9 vezes por ano por agências interessadas em atender suas contas publicitárias. Desse total, aceita assistir a uma média de 6,6 apresentações por ano. O Grupo Consultores considerou alto o grau de anunciantes que gostam de receber agências e atribui essa prática ao fato de as apresentações serem vistas como consultoria gratuita.

Duração dos casamentos: A relação entre anunciante e agência tem durado, em média, 4,8 anos no Brasil. É um tempo maior que o aferido na China (2,5) e na Espanha (4,3), mas menor que as médias européia (6,4) e norte-americana (6,5).

Motivos para mudanças: As principais razões apontadas para a troca de agência foram a falta de criatividade (38,6%), o atendimento ruim (36,9%), a pouca pró-atividade (28%), o não-cumprimento dos prazos (22,6%) e a ausência de transparência na relação (21,1%).

Comunicação integrada: A maioria (54%) dos anunciantes preferiria contar com uma única agência capaz de lhes oferecer todas as disciplinas da comunicação, enquanto 45% consideram tal modelo utópico.

Fonte
Alexandre Zaghi Lemos

Meio$Mensagem

07/11/2008

Dicas importantes | 82% estão satisfeitos com suas agências

Estava navegando pela internet quando me deparei com esta matéria. Achei muito interessante seu conteúdo, pois divulga dados importantes do que os anunciantes buscam numa agência de propaganda.

Vale a pena dar uma lida e analisar a situação e postura de sua agência.

Abraço a todos.

82% dos anunciantes estão satisfeitos com suas agências de propaganda

O Grupo Consultores, empresa espanhola considerada uma das principais consultorias de marketing da Europa e pioneira na realização de estudos de qualidade no mercado publicitário, divulgou nesta quinta-feira, 6 de novembro, a 2ª edição do Estudo de Imagem das Agências de Publicidade Brasileira. De caráter qualitativo e quantitativo, com realição bienal, o estudo tem como objetivo avaliar os elementos que compõem a relação entre anunciantes e agências, analisando a oferta e a demanda que existe em torno da comunicação comercial.

Ao todo, foram entrevistados 133 profissionais de criação, mídia e planejamento dos 350 maiores anunciantes do Brasil, sendo 77% da pesquisa concentrada em São Paulo. Durante quatro meses, uma equipe de entrevistadores realizou um trabalho de campo por meio de entrevistas presenciais de cerca de uma hora de duração, nas quais os anunciantes opinaram sobre as agências com as quais trabalham, trabalharam ou tiveram a oportunidade de conhecer em uma apresentação de new business.

Em relação aos critérios que levam o anunciante a selecionar uma agência se destacam a criatividade, a condição de que a empresa não trabalhe com contas do mesmo setor e a transparência na remuneração. “A falta de conflito com outra conta do mesmo setor é uma exigência específica do setor da propaganda, diferente de uma empresa de consultoria, por exemplo, que pode ter vários clientes de um mesmo segmento. Por outro lado, os anunciantes preferem que a agência já tenha tido uma experiência no setor, no passado”, ressalta César Vacchiano, presidente do Grupo Consultores.

Outra característica buscada pelos anunciantes é a inovação, uma vez que as agências não conseguem mais surpreendê-los. “Mesmo estando mais conservadores em decorrência da atual crise econômica, eles sentem a necessidade de se diferenciar dos concorrentes, sempre apresentando coisas novas”, afirma Vacchiano.

O método de seleção mais utilizado é a concorrência, realizado em 85% dos casos. No entanto, 80% delas não são remuneradas. “A concorrência não-remunerada é um problema no País, que resulta na competição entre um número de agências muito grande. É preciso limitar esse número, visando à entrega de trabalhos com mais qualidade e dedicação”, argumenta a diretora do grupo no Brasil, Graziela Di Giorgi. Segundo a profissional, Estados Unidos e Europa têm como prática comum a remuneração e, portanto, promovem um longo trabalho prévio até chegar a um grupo restrito de agências. “Estamos longe de adotar esse método, mas ainda há luz no fim do túnel: a maioria dos anunciantes afirmou que, apesar de não o adotar atualmente, acha justo que ele seja implementado”, salienta.

Em relação ao sistema de remuneração, foi apontado que o Brasil vem se adequando às tendências internacionais, em que o sistema por fees supera o de comissões (64,6% em 2008, contra 47,2% de 2006). No entanto, 16% dos anunciantes praticam um sistema misto de remuneração (fees e comissões). “Também houve um aumento significativo da remuneração variável, que duplicou de 2006 para 2008”, lembra Vacchiano.

Outro dado chama a atenção na segunda edição da pesquisa: 82% dos anunciantes se declararam satisfeitos com os serviços que recebem – o equivalente a um aumento de oito pontos percentuais em relação a 2006. A duração média da relação anunciante-agência é de aproximadamente cinco anos (contra 6,5 anos nos Estados Unidos e 6,4 anos na Europa) e, em média, cada anunciante trabalha com duas agências de publicidade. “O nível de satisfação dos brasileiros demonstra o bom nível dos profissionais de publicidade do País. Por outro lado, 65% cogitam mudar de agência, o que mostra a ‘infidelidade’ dos anunciantes", destaca Vacchiano. O principal motivo de mudança seria a falta de um serviço adequado, que vai desde a atenção ao cliente até o cumprimento de prazos. "Se por um lado as agências conquistam o cliente pela criatividade, por outro elas os perdem ao entregar um mau serviço”, alerta.

A competência e relevância nacional dos criativos e diretores das agências também foram analisadas na pesquisa. Mais de 90% dos anunciantes afirmaram conhecer as 15 agências mais notórias do País, o que reflete seu elevado grau de conhecimento do setor e de seus agentes.

Os publicitários Nizan Guanaes, Washington Olivetto e Marcello Serpa foram mencionados como os de maior destaque, sendo que as campanhas mais lembradas foram as de Skol, Fiat e Itaú. Por sua vez, a Natura foi considerada a empresa mais admirada e a Apple, a mais inovadora. “Percebemos que as campanhas mais citadas nem sempre tiveram um investimento muito grande. O inverso também foi observado, tanto é que empresas como Telefônica e Santander, que investiram alto em suas campanhas, não tiveram tanto retorno e nem figuraram na pesquisa”, finaliza Di Giorgi.

O Estudo de Imagem das Agências de Publicidade é realizado bienalmente há 30 anos e teve sua metodologia exportada a diferentes mercados, sempre se adequando às características particulares de cada região.

Fonte
Heloísa de Oliveira
Portal da Propaganda

06/11/2008

Agências mantêm ritmo de contratações, apesar da crise

Sempre achei que esta crise era muito mais um efeito de desespero coletivo, do que efetivamente o sistema econômico entrando em colapso. Continuo acreditando que quem faz a crise, são as próprias pessoas, que sem saber ao certo o que está acontecendo, se influenciam ao ler ou ver notícias que a bolsa despencou. Realmente, isso é um problema, mas o dinheiro não sumiu, apenas saiu das bolsas e migrou para outro lugar. Fazia tempo que eu não via tantas promoções, tantos sorteios, tanto investimento em marketing e mídia, é o mercado reagindo, tentando manter o nível de consumo em alta e fazendo girar a economia.

Mais especificamente sobre o mercado publicitário, trago uma notícia que reforça minhas convicções, tirem vocês as suas conclusões.

Abraço a todos

Quando a palavra crise ronda o mercado, o roteiro é conhecido: diminuem-se investimentos e, em seguida, profissionais são demitidos. Nos últimos meses, agências como DM9DDB, McCann-Erickson, Hello e Eugenio anunciaram cortes em seus quadros. Já a holding WPP (que inclui Young & Rubicam, Ogilvy e JWT, entre outras) determinou o congelamento das contratações até que o horizonte se torne mais claro. Que esses exemplos, porém, não sejam tomados como regra. Na contramão de uma hipotética tendência de demissões e de contenção de despesas, muitas representantes da indústria da propaganda mantêm o ritmo de trabalho e, inclusive, ampliam suas equipes.

Nesta semana, movida pela renovação do contrato com a Caixa Econômica Federal, a Fischer América anuncia a chegada de cinco novos profissionais seniores para o seu escritório em Brasília - uma dupla de criação, um mídia, um profissional para a área financeira e outro para operações. Com esse incremento, passam a ser 15 os reforços que se uniram à agência no Brasil de agosto para cá (entre os quais, duas repatriações vindas da base portuguesa do grupo). "Estamos estruturados para atender aos nossos clientes e para prospectar outros novos", explica o VP de operações da agência, Dado Lancellotti.

São consideradas solo fértil para as novas contratações a economia do País - hoje bem mais sólida do que no passado recente - e a manutenção do planejamento por parte da maioria dos clientes, pelo menos enquanto não se sabe a intensidade das turbulências externas. Assim, na F/Nazca Saatchi&Saatchi, só na última semana, foram feitas cinco contratações (para as áreas de mídia, criação e atendimento). A conquista da Fit Residencial, empresa que entrou para a carteira da agência em junho, e as contas da Claro e da Skol estão por trás da movimentação. "Não sentimos efeito direto nem indireto da crise", afirma Ivan Marques, sócio-diretor da F/Nazca.

No Grupo Publicis, por sua vez, ocorreram 12 contratações nos últimos dois meses: nove na Publicis e três na Salles Chemistri. "A conquista de novas contas como a da Telefônica, em agosto, e a retomada de crescimento - chegaremos a 20% até o fim de 2008 - impulsionaram as contratações, que envolvem as áreas de criação, mídia e atendimento", comenta o VP nacional de criação do grupo, Hugo Rodrigues.

Já a Fala, do Grupo Total, que ganhou parte da conta do Ponto Frio, é um caso à parte. Antes com 80 profissionais, a agência tem previsão de contratar entre 20 e 25 pessoas até o começo de 2009. Mas como a DM9 perdeu parte dessa conta, e com isso demitiu 30 pessoas, para o mercado é como se o equilíbrio fosse mantido. Alex Isnenghi, chamado para a direção geral da agência, por exemplo, vem da DM9. "A diretoria ainda pode sofrer alterações", afirma o presidente Allan Barros.

Pé no chão


Em geral, o clima entre os publicitários é de otimismo, mas com cautela. Executivos e empresários continuam a prever bons resultados para este ano e 2009, porém mantêm os pés no chão e projetam números mais tímidos para o ano que vem. "Não acredito que em 2009 vá haver estagnação nem crescimento negativo, e sim um crescimento moderado", diz Marques. "Meu palpite é que o mercado crescerá entre 8% e 10% e a F/Nazca, uns 5%", completa. Se a avaliação tivesse sido feita no primeiro semestre, porém, o índice seria maior. "Dois meses atrás, tínhamos a perspectiva de crescer aproximadamente 25% em 2009, o mesmo número deste ano. Agora a nossa projeção é de 16%, sendo cerca de 5% de correção de tabela e o restante de crescimento real", analisa Aurélio Lopes, presidente da Giovanni+DraftFCB.

Ele conta que a crise não trouxe nenhum impacto significativo para os negócios da agência, nem mesmo por atender a Gafisa, marca do setor imobiliário, um dos mais suscetíveis às mudanças de humor do mercado. "A empresa é líquida e está tranqüila", observa. Só neste mês, cinco novos profissionais fixos chegaram à Giovanni (um para o Rio, outro para Brasília e três para São Paulo), além de cinco freelancers e quatro reposições. O crescimento da agência é impulsionado pela área digital e pelo cross-sell, que permitiram ampliar a atuação dentro dos clientes.

Comedidamente, até agências do grupo WPP renovaram suas equipes. A JWT contratou duas pessoas para a criação digital e repôs outras duas. E a Ogilvy trouxe Renata Saraiva para ser diretora da Ogilvy RP, além de ter feito uma reposição. "Estamos olhando para o futuro sem tirar o pé do acelerador", explica Sérgio Amado, presidente do grupo Ogilvy Brasil. Segundo ele, o quadro funcional agora está fechado e é praxe que não ocorram contratações entre novembro e março. Por outro lado, não há perspectiva de demissões em curto prazo, o que impactaria os resultados da agência e causaria um desgaste desnecessário se daqui a sete ou oito meses profissionais tivessem de ser recontratados.

Na Centoeseis ocorreram seis contratações em outubro, impulsionadas pela conquista de sete novas contas no decorrer do ano. O resultado foi um crescimento de mais de 10% na equipe, que assim chega a 50 profissionais. "Pensamos em ampliar o nosso escritório (em São Paulo), mas estamos esperando para fazer esse movimento definitivo", revela o sócio e diretor-geral Ricardo Al Makul. "Se entrar mais trabalho, aumentamos a estrutura."

Uma das visões mais otimistas do mercado vem do sócio-presidente da Fam, Fábio Siqueira. Ele conta que sempre ouviu o discurso temeroso de que dias nublados estão por perto. "Para mim a única crise que nos afeta é a do pessimismo", diz. Segundo ele, é em momentos como esse que as agências devem mostrar aos clientes que propaganda não é gasto e sim investimento. Para responder às demandas de seus clientes, Siqueira contratou quatro pessoas nos últimos 90 dias, para o atendimento e a criação. A previsão é de trazer mais sete pessoas para a equipe, hoje de 35 funcionários, até o começo de 2009.

Fundada há noves meses e em estágio de formação de equipe, a Babel também contratou no mês passado Fernanda Modena, como diretora de atendimento, e espera trazer mais três pessoas para a sua equipe até o fim do ano. Esses novos profissionais, todos da área digital, estarão inicialmente voltados para um projeto para o cliente Nestlé. "Temos uma estrutura dimensionada para os nossos clientes. As agências maiores em geral têm maior ociosidade", afirma o presidente da agência, Julio Anguita.

Com staff de 487 pessoas, o grupo TV1 também tem perspectivas de contratações. No momento, são nove as vagas abertas - quatro para a GNova, duas para a TV1RP, duas para a TV1.com e uma para a TV1 Eventos. O presidente da empresa, Sérgio Motta Mello, ressalta, no entanto, que o momento é de ficar atento. "Não estamos demitindo, mas se houver saída em algumas áreas não vamos repor", pondera. "Estamos bem-posicionados, porém agimos sem euforia."


fonte: Meio&Mensagem

04/11/2008

AlmapBBDO é a melhor agência, Serpa o melhor criativo e o Brasil o terceiro melhor do El Ojo 2008

Mesmo sem qualquer Grand Ojo, a Melhor Agência do El Ojo 2008 é a AlmapBBDO. A brasileira, destaque na categoria Interativo, na qual conquistou um ouro, uma prata e cinco bronzes (veja aqui), terminou a competição totalizando 68 pontos, ficando à frente da Young & Rubicam Argentina, segunda colocada com 59; e de DDB Argentina, Del Campo Nazca S&S, Leo Burnett Argentina e TBWA Espanha, empatadas em terceiro com 49. O resultado colaborou para que sua rede, a BBDO, também fosse a mais premiada do mercado latino-americano, aparecendo, com 224 pontos, acima de Leo Burnett (187), JWT (138), DDB (120) e Draft FCB (96); além de destacar Marcello Serpa como Melhor Criativo na opinião dos demais jurados.

Agência e profissional

Mesmo sem qualquer Grand Ojo, a Melhor Agência do El Ojo 2008 é a AlmapBBDO. O resultado colaborou para que Marcello Serpa, sócio e diretor de criação da agência, fosse considerado, na opinião dos jurados, o Melhor Criativo do festival.


A Unilever foi considerada a Melhor Anunciante, com 60 pontos, provenientes de trabalhos brasileiros, argentinos, colombianos e mexicanos. A Procter & Gamble aparece na segunda colocação, com 50 pontos, seguida de Coca-Cola (46 pontos), Freixenet (44) e Cruz Vermelha da Argentina (36). A Melhor Produtora foi a argentina Landia, ficando com seu fundador, Andy Fogwill, o título de Melhor Diretor de Cena.

O Grand Ojo de Campanhas Integradas, novidade desta edição do festival, foi para a VegaOlmosPonce, pelo case “Dark temptation”, para o desodorante Axe (assista aqui ao comercial da campanha). Já o troféu de Tercer Ojo, que destaca a melhor idéia, foi para “A chave reserva”, da JWT Espanha para a Freixenet (veja aqui).

A Argentina terminou como líder absoluta, tendo chegado à marca, com seus cinco Grand Ojos, 31 troféus de ouro, 31 de prata e 35 de bronze, de 527 pontos. Em segundo aparece a Espanha, com 329 pontos (quatro Grand Ojos, 22 ouros, 18 pratas e 15 bronzes), apenas 10 a mais que o Brasil, que chegou aos 319 com 21 ouros, 20 pratas e 24 bronzes. As três nações acabaram muito acima das outras 11 premiadas. O México, quarto mais laureado, chegou a 92 pontos, aparecendo, em quinto, as agências da América Central e Caribe, que juntas marcaram 77 pontos.

Um total de 19 agências brasileiras conquistaram troféus. Atrás da AlmapBBDO está a DM9DDB, com 40 pontos. A JWT, que aparece em terceira, tem 32 pontos; e a SantaClaraNitro, a quarta, 29 – lembrando que a mesma foi considerada a melhor agência brasileira no prêmio Desempenho Local, no qual contam-se apenas as peças das categorias Gráfica, Cine/TV e Rádio (leia mais aqui).

Para a contagem de pontos, o Grand Ojo vale 10; cada ouro, sete; prata, cinco; e bronze três. Confira abaixo a lista das agências brasileiras premiadas, com seu número de pontos e discrição dos prêmios conquistados.

  • AlmapBBDO, 68 (4 ouros, 5 pratas e 5 bronzes)
  • DM9DDB, 40 (2 ouros, 4 pratas e 2 bronzes)
  • JWT, 32 (3 ouros, 1 prata e 2 bronzes)
  • SantaClaraNitro, 29 (2 ouros e 5 bronzes)
  • Leo Burnett, 24 (2 ouros e 2 pratas)
  • AgênciaClick, 17 (1 ouro e 2 pratas)
  • Ponto de Criação, 15 (1 ouro, 1 prata e 1 bronze)
  • Agência3, 13 (1 ouro e 2 bronzes)
  • Sinc, 12 (1 ouro e 1 prata)
  • Giovanni Draft FCB, 10 (1 ouro e 1 bronze)
  • McCann Erickson, 10 (1 ouro e 1 bronze)
  • Sun MRM, 10 (1 ouro e 1 bronze)
  • Loducca, 10 (2 pratas)
  • Fischer América, 8 (1 prata e 1 bronze)
  • Bullet, 7 (1 ouro)
  • Euro RSCG, 5 (1 prata)
  • Evermedia, 3 (1 bronze)
  • MatosGrey, 3 (1 bronze)
  • Ogilvy & Mather, 3 (1 bronze)

fonte: Portal da Propaganda

Ação de marketing | F1 estacionada em plena rua

Em virtude da Fórmula 1, que aconteceu em São Paulo no dia 02.11.08, a Petrobras estacionou um BMW Willians na Av. Eng. Luís Carlos Berrini.

Quem passa por perto, ouve o barulho de esquentar motores saindo do carro e até um ônibus parar na avenida para os passageiros tirarem fotos.

Um excelente exemplo de ação alternativa de marketing.


fonte: Brainstorm#9