29/10/2009

Pense como um designer


O Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, postou algumas dicas muito interessantes sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – apesar de ajudar muito nisso. Esse tipo de raciocínio tem mais a ver com resolver qualquer tipo de problema.

Achei bem interessante, pois são dicas que poderiam muito bem se chamar “pense como um planejador". A dinâmica é parecida.

Vamos lá...

1 – Aceite as limitações:

Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com os recursos e tempo que você tem?

2 – Pratique a restrição:

Qualquer pessoa pode complicar e adicionar algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.

3 – Tenha um pensamento de iniciante:

Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado. Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções. Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do processo. É assim que as descobertas são feitas.

4 – Deixe seu ego de lado logo na entrada:

O que importa não é você, mas eles (seu público, pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia. Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o problema verdadeiramente.

5 – Foque na experiência do design:

O que importa não é a coisa em si, mas a experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o aspecto emocional das suas soluções.

6 – Torne-se um grande contador de estórias:

Geralmente, não é só o design – ou a solução para o problema - que é importante, mas sim a estória ao seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central, e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.

7 – Pense em comunicação, não em decoração:

O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa, o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes. Design não é arte, apesar de haver arte no design.

8 – Tenha obsessão por ideias, não por ferramentas:

Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples possíveis.

9 - Clarifique a sua intenção:

Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona, supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões cuidadosas.

10 - Aprimore sua visão e curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:

Bons designers são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente essas aptidões.

11 – Aprenda todas as regras e saiba quando e porque quebrá-las:

Ao longo dos séculos, aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias – geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto, algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o porquê.

fonte: CHMKT

Livro "Do Broadcast ao Socialcast" – download free

Este livro se propõe as falar sobre as redes digitais de relacionamento ou o mundo das mídias sociais, analisando como pode ser interpretado esse fenômeno social, econômico, político e cultural baseado na Internet.

A chamada Web 2.0, que tem no centro os consumidores produzindo conteúdo e querendo conversar com as marcas, não é mais uma brincadeira, como há quem
ainda acredite. O negócio é tão sério que já virou tese de doutorado e
integra o planejamento estratégico de grandes corporações.

Quando Coca-Cola, Microsoft, IBM, Wal-Mart, LG, Nokia, Editora Abril,
Tecnisa e Rede Globo entram com disposição nesse universo, vale a pena refletir
por que outras marcas ainda não tiveram coragem para fazer o mesmo
movimento (trechos extraídos da "Apresentação" do livro, escrita por Manoel Fernandes, organizador da obra).

A obra é uma redação coletiva, onde cada autor foi convidado a falar de um tema específico. Alguns capítulos da obra:

  • A convergência digital – onde tudo começou
  • Que mundo é este?
  • A era do autor 2.0
  • É possível controlar este mundo?
  • Relevância e audiência: a importância do capital social
  • Reinventar ou morrer! Ou esqueça a publicidade e a comunicação da forma como as conhecemos hoje!
  • Qual o papel de uma agência de mídias sociais
  • Neste novo mundo digital, um conselho real: fique com um olho no gato e outro no mouse
  • O caminho para a Web 3.0.

Enfim, é um universo novo para se explorar. E o que é tudo de bom: disponível para download gratuito e válido para as ACs para todos que estudam na área de comunicação, principalmente digital.

fonte: site TuDiBão

Apple vs. Microsoft: Round Windows 7

Veja a ironia das coisas. Ontem, que foi o lançamento oficial do Windows 7, a Apple mandou pro ar três novos comerciais da extensa campanha “Get a Mac”, cutucando, é claro, o novo sistema operacional da Microsoft. Você pode assistir os três abaixo:




ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA E PRODUÇÃO MAIS LIMPA

Essa é uma ótima notícia para os amantes das artes gráficas.

A indústria gráfica brasileira investiu R$ 1,6 bilhão em 2008 na aquisição de máquinas e equipamentos. É um valor expressivo, em especial se considerarmos que já vem, há mais de duas décadas, destinando expressivo volume de recursos ao aporte tecnológico e atualização dos bens de capital. Mais significativo ainda é o fato de o dispêndio com tais rubricas, no ano passado, ter representado 7% de todo o faturamento bruto do setor.

O dado é um dos mais relevantes do Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil, que acaba de ser lançado pela Abigraf Nacional, entidade representativa da atividade, por meio de parceria com o Sebrae. Demonstra não apenas a preocupação com maior produtividade, menores custos, melhor qualidade dos impressos, agilidade e ampliação do portfólio de serviços, mas também o exercício da responsabilidade socioambiental, na busca da produção limpa.

De fato, o chão de fábrica das gráficas é constituído por máquinas cada vez mais modernas e econômicas em termos de tinta, consumo de água e substratos químicos, do mesmo modo que os processos produtivos voltam-se ao tratamento de resíduos, à redução de ruídos e da emissão de gases. O parque gráfico brasileiro dispõe de 71 mil impressoras, com média próxima a quatro por fábrica. Conta, ainda, com 92 mil máquinas e equipamentos de acabamento e beneficiamento, totalizando mais de 163 mil unidades. Nos últimos três anos, foram adquiridas 21 mil novas impressoras, o que equivale a quase 30% do parque instalado. Quase 40% das máquinas e equipamentos em operação têm menos de cinco anos.

O avanço das gráficas brasileiras na direção do conceito da sustentabilidade já havia ficado bastante evidente na primeira edição do Prêmio Abigraf de Responsabilidade Socioambiental, cuja cerimônia de entrega realizou-se em 5 de junho último, Dia Mundial do Meio Ambiente. Os cases inscritos testemunharam que as empresas do setor entenderam a inviabilidade de ignorar o quanto é imprescindível a indústria ambientalmente correta, não apenas pela consciência cívica, como também pela exigência dos clientes e consumidores finais, cada vez mais intolerantes com os transgressores dos princípios da preservação.

Os investimentos em tecnologia limpa são muito pertinentes e têm excelente relação custo-benefício para a indústria gráfica e a sociedade, pois a mais importante matéria-prima utilizada pelo setor, o papel, também não agride o ambiente em nosso país. No Brasil, 100 por cento da madeira destinada à produção de papel de imprimir e escrever advêm de florestas cultivadas. Ou seja, não se devastam matas nativas. Ademais, a plantação de árvores sequestra vultosa quantidade de carbono na atmosfera, ao longo do ciclo reprodutivo e de crescimento das plantas.

O inédito Estudo Setorial da Indústria Gráfica, trabalho mais completo já feito sobre essa atividade no Brasil, revela a existência de 19.897 empresas, responsáveis pela manutenção de 20.295 unidades fabris, nas quais foram processadas 6,5 milhões de toneladas de papel em 2008. Tal volume corrobora e torna ainda mais evidente o quanto são inexoráveis a produção limpa e a utilização de insumos ecologicamente adequados.

Essa indústria também é importante sob o aspecto da inclusão social (outra prioridade no tocante à sustentabilidade), considerando que emprega, formalmente, 276.731 mil trabalhadores e é constituída, em sua maioria, por empresas de micro e pequeno portes. Estas representam 88,7% do número total e foram responsáveis, no ano passado, por 32,2% da mão-de-obra empregada e 21% do faturamento.

Destoam nessas estatísticas, lamentavelmente, as gráficas estatais, religiosas, de partidos políticos e sindicatos, que não estão sob o guarda-chuva associativo da Abigraf. Portanto, são alheias aos compromissos formais que o setor assumiu com a sociedade brasileira, de contribuir para o crescimento econômico, trabalhando com responsabilidade social, política e ambiental. Ademais, exercem concorrência desleal, um problema mercadológico sério para mais de 22% das empresas ouvidas no estudo. Contudo, essa distorção, uma das consequências da insegurança jurídica nacional, não impedirá o processo de desenvolvimento da atividade, cada vez mais preparada para atender às novas demandas da comunicação e dos produtos impressos.

por: Alfried Karl Plöger, presidente da Abigraf Nacional

21/10/2009

As agências devem ser reconhecidas pelo que sabem. Não pelo que fazem.

A Advertising Age publicou, recentemente, um texto bem interessante do Phil Johnson, CEO da PJA Advertising & Marketing, sobre o real papel das agências.

Segundo ele, muitas agências, ao invés de compreender como as pessoas se comunicam e desenvolver para desenvolver estratégias poderosas para as marcas, ficam presas em criar coisas – seja um anúncio, um website ou poucos caracteres no Twitter. Quando isso ocorre, conta, os clientes acabam recebendo campanhas inspiradas em publicidade já feita. Podem ser criações esteticamente agradáveis, com uma sacada interessante, mas que não são capazes de resolver os problemas reais dos clientes. Além disso, o foco no output, ao invés de no input, leva a distinções artificiais em relação à publicidade tradicional, digital e pontos intermediários. Segundo Johnson, esse tipo de pensamento comoditiza a agência, acabando com qualquer possibilidade de diferencial. O ideal, diz ele, é a agência ser reconhecida pelo que sabe, e não pelo que faz – oposto do que a maioria tem feito até agora.

É uma visão interessante. Ele se diz convicto de que as agências deveriam se tornar uma comunidade de pessoas intelectualmente curiosas. E, quanto mais diversidade social e intelectual houver, melhor. Ele conta que o verdadeiro papel das agências é sua habilidade de abrir portas para o mundo com o qual o cliente deseja se envolver. As agências que entregam tal promessa, afirma, serão sempre relevantes. Inclusive, a remuneração das agências em função das idéias, e não do que é executado, foi um dos grandes pontos de discussão do MaxiMídia 2009, mas isso é assunto para um segundo momento.

Ele finaliza o texto com 5 dicas para seguir essa linha de pensamento – bem interessantes, por sinal.

1 – Somos todos CIOs. Virtualmente, toda atividade da agência – de operações internas de gestão das contas até a entrega das campanhas – é construída em plataformas tecnológicas. Não são mais ferramentas que apóiam o negócio. Essa tecnologia é o negócio. Além disso, os canais de comunicação que você cria para si mesmo, ou para sua agência, podem também se tornar os mesmos canais que você usa para a campanha do cliente. Todos na agência precisam entender e aplicar o valor estratégico da tecnologia para se engajar com o cliente.

2 – Existe vida além do Twitter. Devemos estender nosso campo de visão para além da publicidade, para incluir todo o campo da comunicação. O colapso dos jornais pode ser um momento de definição para essa geração e terá grande impacto no setor de publicidade. Grandes inovações na comunicação estão acontecendo em campanhas políticas e iniciativas públicas de saúde. Há muito o que aprender.

3 – Devemos ser estudantes da colaboração. A publicidade sempre foi um empreendimento colaborativo, mas ainda há uma definição muito estreita de como e onde a colaboração acontece. Eu quero olhar para fora do nosso setor e aprender com outros campos – seja design de produto ou a entrega de serviços consultivos complexos – que desenvolveram novos modelos para a construção de equipes e colaboração.

4 – Nem toda cultura é popular. Para ser entendido por públicos mais amplos, os profissionais do marketing de massa fazem comunicação para o denominador comum mais baixo em termos de cultura popular e intelecto. Algo como escrever um texto para um estudante da oitava série visando toda uma população ainda é bem comum. As mídias sociais permitem conversas mais amplas com menores grupos de pessoas ao longo de um complexo cultural mais amplo. Para sermos eficazes, precisamos comandar mais profundamente as tendências sociais, políticas e artísticas. A publicidade de amanhã será forçada a fala em diferentes vozes e níveis intelectuais.

5 - A ciência invade o departamento de criação. As ciências sociais sempre tiveram um papel importante da publicidade, mas os avanços no estudo do cérebro vem criando disciplinas como o neuromarketing, que estão trazendo uma nova visão para o processo criativo. Quem se importa com o que o Diretor de Criação acha legal? O que importa é como os neurônios estão atuando no mercado alvo. No campo da psicologia, a ciência da felicidade está desencadeando um novo conhecimento sobre como as pessoas decidem o que as satisfará no futuro. Alguém na nossa equipe deve estar prestando atenção nisso.

Fonte: CHMKT

15/10/2009

Papel vale a pena imprimir?


Se você pensa que ao imprimir está derrubando uma árvore, leia esta matéria e descubra que, no Brasil, todo papel virgem provém de reflorestamento

A frase “Antes de imprimir, pense na sua responsabilidade com o meio ambiente” tornou-se comum em e-mails depois que dados alarmantes sobre desmatamento, poluição e o aquecimento do planeta chegaram até os ouvidos da população. Entidades ligadas à preservação da natureza iniciaram campanhas pelo consumo consciente de água, energia elétrica e, sobretudo, papel, o que levou muitas pessoas a pensar que seria ele o responsável pelo desmatamento. O que pouca gente sabe é que no Brasil todo o papel virgem é originário de áreas de reflorestamento, ou seja, de árvores plantadas somente para esse fim, em terras originalmente degradadas por madeireiras e pecuária, esta última, a verdadeira vilã.

“É impossível fazer papel com árvores de floresta nativa”, afirma o agrônomo Nelson Barbosa Leite, sócio-fundador da Teca Consultoria e Empreendimentos Florestais. Segundo o especialista, para se produzir grandes volumes de celulose, a qualidade da matéria-prima, aliada ao preço, é muito importante. E isso só é possível de se alcançar por meio de florestas plantadas e renováveis de eucalipto e pinus. Segundo estimativa da empresa, as florestas plantadas são cerca de 30 vezes mais produtivas do que as nativas, ou seja, um hectare de floresta plantada de eucalipto produz a mesma quantidade de madeira que 30 hectares de florestas tropicais nativas.

Por causa desse mal-entendido, companhias têm direcionado suas campanhas de marketing para a internet, o que tem feito cair a produção de materiais impressos. “Algumas empresas deixaram de fazer cartão desde o ano passado”, diz a diretora da Origami Arquitetura de Papéis, Bassy Machado. Especializada em cartões tridimensionais com dobradura, a Origami teve de investir, no Natal do ano passado, em produtos com papel reciclado como forma de atrair o consumidor. “O reciclado se implantou na cabeça do consumidor de uma forma politicamente correta, mas se o produtor tem certificação ambiental isso já demonstra que ele está preocupado com a sustentabilidade”, diz a diretora. Tanto isso é verdade, que até a indústria de cosméticos Natura deixou de imprimir a sua revista em papel reciclado, substituindo-o por papel couché com certificação ambiental.

Leia a matéria completa na edição impressa (Publish 101)

Por Luciana Porfírio
Site Revista Publish

E a ética na publicidade?

Eu assisti a algumas semanas atrás, um documentário no Canal Futura que me fez pensar muito sobre a ética em nossa profissão.
Muitas vezes, pela correria do dia-a-dia, acabamos nem parando para analizar a fundo até aonde nossas criações irão atingir a sociedade e este documentário mostra que é preciso sim pensar, pois um simples comercial pode afetar de forma negativa a vida de milhões de pessoas.
Eu recomendo a todos que assistam a este comercial e embora eu não lecione Ética na faculdade, vou procurar de alguma forma passar esse conteúdo aos meus alunos.
Vocês podem conseguir mais informações através do site http://www.alana.org.br ou assistí-lo direto no Youtube (abaixo)





Luciano Senise

02/10/2009

Publicidade online supera TV no Reino Unido

O relatório bianual da Internet Advertising Bureau confirmou que a publicidade online já ultrapassou a televisão no Reino Unido. A web atrai já 24% da web local, contra 22% da TV, em um país cuja maior emisora, a BBC, é estatal, e não recebe publicidade.

Em agosto do ano passado, um relatório da Ofcom, entidade regulatória do mercado de comunicação daquele país, também havia indicado a liderança do online já em 2007, ano em que este tipo de publicidade havia crescido 40% e chegado a 19% do bolo.

Segundo o Advertising Age, contribuem para este cenário a abundância de tecnologia de computação barata e alta penetração de banda larga, bem como o fato de que os anunciantes enfrentam barreiras como a proibição de estratégias de product placement durante os programas.

De qualquer forma, a publicidade online cresceu somente 4% no primeiro semestre de 2009, menos do que os 21% apontados em 2008. ?É uma marca significativa, porque é o primeiro mercado grande em que a publicidade online superou a TV?, afirmou à Reuters Guy Philipson, CEO do IAB do Reino Unido.

fonte: MMOnline