26/11/2009

Grandes empresas subestimam potencial do Twitter


A maioria das grandes empresas ainda não explora devidamente as possibilidades de comunicação do Twitter, de acordo com estudo da agência de comunicação norte-americana Weber Schandwick.

O estudo, que teve como base a lista das 100 maiores empresas da revista Fortune, mostrou que 76% das contas no Twitter não recebem atualizações com frequência e mais da metade (52%) sequer é "ativamente engajada".

Metade das empresas da lista da Fortune conquistou menos de 500 seguidores - um número modesto, se comparado ao tamanho e ao alcance dessas empresas, ressalta o documento.

Pelo menos 15% das contas estavam inativas, sendo que 11% foram criadas apenas para reservar lugar, uma prevenção contra o 'sequestro' de marcas no Twitter. Outras 4% foram abandonadas logo após o uso em algum evento específico.

O estudo conclui que todas as 100 maiores empresas requerem 'forte intervenção' com relação à comunicação via Twitter.

Leia matéria do IDG Now!

25/11/2009

Conar lança livro com tema polêmico em torno da publicidade de alimentos e refrigerantes.

O Conar está lançando o livro "O fator publicidade de alimentos e refrigerantes e sua relação com a obesidade - Produtos seguros, alimentação balanceada, atividade física e informação: a dieta do Conar".

O livro se propõe a lançar luzes sobre um debate recente, complexo e bastante importante, resumido em seu título. Para isso, apresenta em detalhes a indústria de alimentos e refrigerantes, as autoridades sanitárias e demais protagonistas envolvidos na questão, demora-se na apresentação da regulação e autorregulamentação da publicidade ao redor do mundo, nas garantias constitucionais aplicadas à publicidade no Brasil e expõe o ponto de vista do Conar, contra as iniciativas oriundas dos poderes Executivo e Legislativa visando restringir ou mesmo proibir a publicidade de alimentos e refrigerantes.

"Censura não esclarece sobre obesidade e sedentarismo, apenas amarra uma venda nos olhos da população", escreveu o presidente do Conar, Gilberto C. Leifert, na apresentação do livro. "Sem informação, perderemos a chance de evoluir como as sociedades vitoriosas das últimas décadas, em que a propaganda e a informação em geral são termômetros da criação de riquezas e progresso de suas populações".

Para Leifert, o trabalho não tem a pretensão de esgotar a matéria. "Nosso objetivo maior é de oferecer mais argumentos àqueles que, como nós, acreditam nos benefícios da dieta do Conar: produtos seguros, alimentação balanceada, atividade física e muita informação".

A organização de texto do livro é de Rafael Sampaio. Exemplares podem ser solicitados pelo e-mail conar@conar.org.br.

Um ótimo livro tanto para profissionais como para o pessoal que está estudando para entrar no mercado.

Mais informações no site do Conar.

15 práticas que devem passar longe da sua agência

O Tim Williams, fundador da consultoria de gestão de empresas de comunicação Ignition, escreveu um texto excelente para o Advertising Age no qual ele listou 15 coisas que devem ser evitadas pelas agências. Para não demonstrar apenas o problema, ele também indicou o melhor a ser feito.

Neste ambiente de mudanças, disse Williams, seguir as práticas comuns de mercado são, geralmente, o pior tipo de decisão a ser tomada. Portanto, na sua opinião, é preciso assumir riscos que sejam positivos, que façam sua agência se adequar a este novo tempo. Os caminhos apontados como ideais podem parecer, à primeira vista, os mais perigosos, pois vão contra o que tem sido feito no setor. No entanto, a forma usual de se fazer coisas - aparentemente mais segura - podem colocar sua empresa numa rota destrutiva.

São dicas bem atuais e condizentes com o momento de ‘reinvenção’ pelo qual nosso setor está passando no mundo todo. Seu foco foram as agências de pequeno porte, mas seus comentários valem para qualquer tipo de empresa que atua no processo de construção de marcas. Vamos lá:

1. Habilidades construídas no modelo de interrupção, ao invés do engajamento.
As agências estão acostumadas a entregar exposição para as mensagens da marca dos clientes, mensuradas por alcance, freqüência e custo por impressão. Com os consumidores firmemente no controle das escolhas de mídia e hábitos, nenhuma quantidade de exposição importa quando ninguém está mais prestando atenção. O que as agências vendem – ou deveriam vender – é engajamento. As métricas de engajamento são completamente diferentes das medidas de mídias tradicional do passado, incluindo attentiveness (atentividade), receptividade e potencial de buzz. Exposição tem a ver com eficiência. Engajamento tem a ver com efetividade.

2. Um departamento digital no lugar de competências digitais.
O departamento digital dos anos 2000 é igual ao departamento de TV dos anos 1950. A revolução digital já é longa o suficiente para os departamentos especializados desaparecerem. Virtualmente, toda posição existente no departamento digital tem um lugar natural que já existe nas funções da agência. Só é preciso que os gestores da agências resolvam assim para que o digital se torne uma competência da agência, e não um departamento.

3. Competências centrais focadas do ‘uma pra muitos, ao invés de ‘um pra um’.
Muitos profissionais de agência têm um medo irracional de dados e banco de dados, mesmo que o futuro do marketing claramente implique no entendimento de como alavancar informações. Graças, principalmente, á internet, o público de massa já podem ser identificado e selecionado de maneiras que fazem um uso muito melhor do dinheiro da empresa. As agências precisam migrar da gestão das massas para a customização em massa. As agências sabem como fazer transmissões amplas, mas é hora de estreitar essa conversa.

4. Criar comunicação ‘marca-consumidor’ no lugar de comunicação ‘consumidor-consumidor'.
As agências que cresceram na era da comunicação controlada têm, agora, que aprender a servir seus clientes em um mundo de diálogos abertos. Isso exige habilidades e oferta de serviços bem diferentes. Isso significa ir além de ‘consumidores como público’ para ‘consumidores como meio’.

5. Falta de análises e ferramentas para medir efetividade.
As agências – e muitos anunciantes – ainda têm uma visão errônea de que a efetividade é muito difícil de mensurar. Excessivos argumentos inverossímeis entrar no caminho das agências que resolvem trabalhar com esse tipo de análise. Obviamente, não existe uma receita perfeita para calcular ROI e as agências não podem ser inteiramente responsáveis pelas vendas. Mas isso não deveria impedir as agências de ajudar os clientes a identificar e testar os principais geradores de sucesso da marca. Empresas com verbas menores querem e precisam reduzir a incerteza, e é exatamente isso que essas métricas oferecem.

6. Sistemas de produção que são lineares ao invés de orgânicos.
Muitas agências ainda têm uma abordagem de produção em linha, baseada em um sistema de trafegar trabalho de porta em porta e, então, passar ao trabalho seguinte. Entretanto, no mundo digital, a maiores dos Jobs morrem. Um website nunca é feito. Campanhas online podem ser constantemente monitoradas e otimizadas. As agências devem ajustar tanto o fluxo de trabalho e os sistemas de compensação para acomodar o trabalho de produção em tempo real.

7. Desenvolver planos de mídia ao invés de planos de canais.
A visão dos profissionais progressivos de mídia é que tudo é canal, e o que é realmente necessário no lugar do plano convencional de mídia é um plano holístico de canal que inclui, potencialmente, todos os três maiores tipos de canais de comunicação: comprados (mídia paga), não-pagos (virais, por exemplo) e de propriedade da marca (empregados, lojas, etc).

8. Escolher mídias ao invés de criá-las.
Rápido, fale um título criado pela Crispin, Porter + Bogusky? Há grandes chances de que não vai se lembrar de algum, mas essa agência é considerada um líder criativo, pois tem uma abordagem tão inventiva em relação a onde a mensagem aparece, e não só ao que se diz. A verdadeira oportunidade para as agência não é comprar canais de mídia existentes, mas, ao invés, criar canais que nunca existiram antes.

9. Criar transações de marca ao invés de relacionamentos de marca.
Todos já ouviram executivos de agências dizerem aos clientes, ‘Nosso trabalho é fazer com que o consumidor compre o produto uma vez. É sua tarefa trabalhá-lo daqui pra frente.’ As agências tem sido, historicamente, focadas em ajudar a vender. Porém, no mercado, onde a experiência verdadeira com a marca forma opiniões de consumidores que circulam ao redor do mundo ao toque de uma tecla, as agências tem a grande oportunidade de ajudar os clientes a criar e manter relacionamentos positivos de marca.

10. Focar na ‘grande ideias, ao invés de ‘grandes ideias multicanais’.
Os dias daquele redator ou diretor de arte isolado em uma sala para ter a ‘grande ideia’ para uma campanha de TV chegou ao fim. Não há dúvidas de que as marcas precisam de ideias criativas poderosas para vencer no mercado, mas o que é necessário, ao invés de uma grande campanha centrada na TV, são diversas ideias táticas menores que conseguem viver em vários canais. É surpreendente quantas agências ainda não possuem essa perspectiva.

11. Ter uma equipe de produção tradicional, ao invés de ‘produtores’.
As agências devem estar preparadas não só para veicular anúncios na TV ou em revistas, mas para executar em canais que vão de ‘calçadas’ a iPhone apps. O profissional de produção deve se tornar um verdadeiro ‘produtor’, com habilidades flexíveis e recursos encontrados em empresas de branded-entertainment.

12. Esperar que os executivos de conta sejam tanto estratégicos como gerentes de projeto.
Enquanto há exemplos reais de executivos que dominam os dois lados do cérebro, que dominam estratégia e logística, essas duas habilidades raramente vem no mesmo pacote. Esperando que os executivos de conta façam os dois trabalhos, as agências vão produzir insatisfações freqüentes por parte dos clientes em relação às contribuições estratégicas e o pensamento proativo. Não é só porque a maioria desses profissionais não tem habilidades estratégicas, mas porque eles simplesmente não têm tempo. Ainda, com a complexidade de gerir trabalhos digitais, é absolutamente necessário dividir o tradicional trabalho de gestão de contas em dois: planejamento estratégico e gestão de projetos. Em algumas agências, a gestão de projetos é tão bem definida e levada à sério, que esses profissionais são, geralmente, certificados por organizações como o Project Management Institute.

13. Continuar a alocar a verba dos clientes na mídia, ao invés da criação.
Considere o seguinte: quanto custa atingir um milhão de pessoas em uma rede de televisão? Em torno de U$60,000 (em dólares). Quanto custa atingir um milhão de pessoas no Youtube? Zero. Nada.

Em um mundo onde muitas das mídias mais poderosas tem custo zero, as ideias são a real moeda do marketing, e não o dinheiro.

14. Uma estratégia de negócio que tenta oferecer oferta de valor (estratégias e ideias) assim como cada vez mais ofertas de baixo valor (produção básica e execução).
As agências não podem mais se dar ao luxo de manter estruturas de custo cada vez maiores, que vem com tentativas de trabalhar todo tipo de serviço possível em um só teto. Há uma razão pela qual a maioria dos produtos comoditizados, como o aço, serem feitos em países com menores estruturas de custo. Havia um tempo em que a maioria dos serviços das agências era vista como de alto valor, no sentido de que os clientes não conseguiam fazer, eles próprios, essas coisas, e, além disso, tinham poucas opções. Tudo isso, no entanto, mudou, e é em função disso que agências como a Ogilvy (que produz trabalhos de alto valor) lançou a Redworks, que produz trabalhos de baixo valor. A economia de produzir tanto produtos de alto como baixo valor na mesma empresa não é algo competitivo.

15. Vender horas trabalhadas, ao invés de valor criado.
É hora das agências cobrarem pelo que elas estão realmente vendendo. Os clientes não compram seus custos (suas horas, despesas gerais ou honorários). Eles compram o valor que você cria para a marca dele. Mesmo assim, os modelos de cobrança e compensação das agências ainda são feitos em torno de tempo e eficiência, ao invés de resultados e eficácia. Principalmente pelas pressões de custo dos clientes, é hora das agências começarem a contabilizar as coisas certas e desenvolver abordagens de compensação que alinham incentivos econômicos da agência com os do cliente.

Ele finaliza o texto parafraseando Peter Drucker, que disse, ‘você não consegue gerenciar a mudança; você pode apenas ficar à frente dela’. As agências, não importa o quanto são inteligentes e tenham recursos, não serão capazes de gerenciar seu caminho para fora dessas mudanças disruptivas no mercado. O que elas podem, diz ele, é devotar sua considerável criatividade para se manter uma passo à frente.

Fonte: CHMKT

24/11/2009

Cresce o percentual de TVs desligadas no horario nobre - alguma coisa mudou?

Na 1a metade de novembro, na Grande Sao Paulo, a taxa de TVs desligadas no horário nobre foi de 55%. outubro, 57%. setembro, 60%. Os números sao semelhantes, por todo o país. Ricardo Feltrin, na coluna Ooops, postou que "a justificativa nas emissoras é que, no calor, as pessoas preferem passear ao ar livre ou saborear um suco ou uma cervejinha".

Sílvia Corrêa, na coluna Outro Canal, sob o título 'TVs desligadas sao recorde', anota que "a notícia é péssima para emissoras e anunciantes".

Fonte: Toda Midia/BlueBus

AOL muda identidade e vira Aol.

A AOL cansou da caixa alta e virou Aol. Assim mesmo, com ponto no final. A criação da nova identidade é da Wolff Olins de Nova York, que já prepara uma das pioneiras da internet para sua fase pós-Time Warner.

Além da grafia alterada, a nova marca Aol. é representada por dezenas de fundos diferentes, com objetos e animais como balões, cachorro, peixe, etc.

A Aol., que perdeu muito de sua importância nos últimos anos, estreia a nova identidade e campanha publicitária no dia 9 de dezembro, querendo mostrar que é o “local online com o melhor conteúdo, e ponto”.

Além disso, o novo caminho aponta para combater dois problemas: a vertiginosa queda de receita através de assinantes, e por isso o foco em conteúdo, e a imagem que restou de “a internet que o seu pai usa”, ou melhor, que o pai dos americanos usam, já que a Aol. abandonou o barco no Brasil faz tempo.



fonte: Brainstorm#9

23/11/2009

Redes sociais entram no mapa das contratações

Twitter, Orkut e outras ferramentas incrementam o networking profissional.

Executivos e profissionais qualificados que desejam uma recolocação precisam estar atentos ao networking proporcionado pelas redes sociais eletrônicas, tais como o Twitter, o LinkedIn, o Orkut e o Facebook. Elas entraram definitivamente no mapa das contratações, alerta o CEO da Thomas Case ' Associados, Norberto Chadad.

"O uso das redes sociais, como o twitter, o facebook e orkut, já pode ser considerado uma ferramenta de recolocação profissional", explica Norberto. "Porém, elas devem ser entendidas como mais um mecanismo que se agrega aos esforços de busca de uma nova colocação profissional. Outras medidas importantes, como o planejamento baseado no perfil do candidato ou o próprio coaching, não podem ser deixadas de lado", alerta o CEO da Thomas Case.

O twitter, com seu imediatismo e agilidade, é um bom exemplo do uso das redes sociais na recolocação profissional. "O twitter se tornou, inclusive, uma ferramenta de negócios e divulgação. Utilizá-lo de forma criteriosa pode ser um aspecto bem avaliado pelas empresas no momento da contratação. É sinal de que o profissional está antenado com as tendências de mercado", opina Norberto. Headhunters que trabalham com a área de tecnologia são ainda mais propensos a ver as redes sociais como potencial campo para a identificação de talentos, avalia o CEO da Thomas Case.

Há também o lado inverso, o uso das redes pelas empresas para divulgarem suas oportunidades de emprego. Nessa categoria, pode-se acrescentar o uso do You Tube como instrumento para levar aos candidatos informação revelante sobre contratações, acrescenta Norberto.Pioneira em sua especialidade no Brasil, a Thomas Case ' Associados é expert em desenvolvimento profissional e gestão de carreiras. Atua fortemente voltada para resultados, tendo como principal objetivo fornecer todo o suporte necessário para o desenvolvimento profissional seguro e consciente de seus clientes. Entre os serviços prestados estão o outplacement, executive assessment, executive coaching e planejamento de transição na fase de aposentadoria.

20/11/2009

Ministério Público quer acabar com a farra da publicidade via SMS


Se você tem um celular, então recebe mensagens não solicitadas da sua operadora. Assim mesmo, no plural. Promoções, ringtones, novos planos, e até mensagens de empresas “parceiras”, como assinaturas de revistas.

Essa farra do spam mobile pode acabar. O Ministério Público Federal em São Paulo recomendou que as operadoras Vivo, TIM, Oi e Claro não encaminhem ao celular dos clientes, via mensagem de texto SMS ou por qualquer outro meio, mensagens não solicitadas.

Assim como disse o procurador da República Márcio Schusterschitz da Silva Araújo: “As empresas ofendem a privacidade do usuário invadindo a sua tranquilidade, o seu sossego enviando mensagens, promoções, jogos de azar que o cliente não quer receber.”

fonte: Brainstorm#9/Gizmodo Br

14/11/2009

Finalmente um Flickr pra chamar de meu

Olá, depois de muito tempo, finalmente me rendi aos encantos do Flickr e criei um álbum com todas as fotos que fiz e faço como fotógrafo, por enquanto amador.

Passe por lá e dê uma olhada no meu trabalho fotográfico, o endereço da minha galeria é www.flickr.com/photos/senise

Abraço a todos

Luciano Senise

13/11/2009

Itaú Unibanco abre inscrições para Programa de Estágio 2010; há vagas para Comunicação

O Itaú Unibanco acaba de abrir as inscrições para o Programa de Estágio 2010.

As inscrições podem ser realizadas até dia 13 de dezembro por meio do site www.itau.com.br/estagio e os estudantes selecionados iniciarão suas atividades em m
arço de 2010.

Podem se inscrever os estudantes que concluirão o curso superior entre dezembro de 2010 e dezembro de 2012. As vagas são voltadas para as áreas de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Atuarias, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Estatística, Física, Matemática, Psicologia, Relações Internacionais e relacionadas a TI.

"O banco estimula à multidisciplinaridade das equipes, tendo por princípio a crença de que o compartilhamento de diferentes experiências é a base para a formação de equipes vencedoras", afirma Adriano Lima, diretor de Gestão Corporativa de Pessoas do Itaú Unibanco.

Entre os atributos desejáveis nos candidatos estão domínio do idioma inglês e de informática, e serão considerados diferenciais a participação em projetos sociais e entidades estudantis. Os selecionados terão a oportunidade de trabalhar em uma das diversas áreas de negócio do conglomerado, como crédito ao consumidor, asset e private, unidades externas, marketing, tecnologia, jurídico, entre outras.

"O Itaú Unibanco traz, além de grandes desafios, ótimas oportunidades de desenvolvimento pessoal e de carreira profissional aos jovens talentos", completa Adriano.

Durante o programa estão previstos a realização de treinamentos on-line e presenciais, ações de gestão de carreira e entrega de projeto ao final do estágio. A bolsa-auxílio, compatível com as práticas de mercado, inclui ainda os benefícios de assistência médica, vale-refeição, seguro de vida, auxílio transporte e recesso remunerado.

fonte: Vitrine Publicitária

12/11/2009

Revistas estão cometendo suicídio

No encerramento da programação do III Fórum Aner, cujo tema era "Um futuro digital que preserve o meio impresso", o especialista em revistas da Universidade de Mississipi Samir Husni, conhecido como Mr. Magazine, disse acreditar que o meio revista não está morrendo e sim cometendo suicídio. "Usamos a mídia impressa para amplificar o mundo digital. Devemos parar de fazer isso e usar os recursos tecnológicos para amplificar a mídia impressa", pontuou.

O caminho para a sobrevivência do meio, segundo Husni, é a valorização do conteúdo. "Perdemos o fator 'wow'. Quando foi a última vez que paramos em uma banca, vimos uma revista e dissemos 'wow'? Temos de criar conteúdo que as pessoas queiram ter e manter. Toda marca precisa oferecer uma experiência singular. Oferecer algo necessário, suficiente e relevante", afirmou.

Na opinião do especialista, com a fragmentação da mídia e os recursos digitais, todos aqueles que têm um blog ou uma câmera acham que são jornalistas. Mas se todos forem jornalistas, logo não existem jornalistas. "Vivemos mudanças na mídia e sentimos isso em tempo real. A tecnologia nos obriga a mudar logo e não paramos para pensar no que os leitores querem. Os leitores têm hábitos e temos de criar conteúdos únicos, que viciem e que sejam relevantes", finaliza.

Por Fernando Murad
11 de Novembro de 2009 às 19:55
MMOnline

Holandesa com orgulho dos brasileiros

Não sei se este texto a seguir foi realmente escrito e publicado por uma escritora holandesa depois de uma visita ao Brasil, pois eu o recebi sem nenhuma assinatura, mas vale a pena dar uma lida com muita atenção.
"Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o
sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas
enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e
qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.
Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?
Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!"
Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não mudaremos o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras sentiremos pelo menos por alguns momentos, um tremendo orgulho de ser BRASILEIRO!!!

11/11/2009

Guerra entre operadoras de celulares nos EUA sobra até para iPhone

Nos EUA, a guerra entre as operadoras de telefonia está esquentando os motores para a época de Natal. De um lado, a AT&T se gaba de ter o iPhone, do outro, a Verizon diz que nada adianta ter um aparelho incrível se a cobertura 3G é pífia.

No comercial abaixo, o primeiro de uma série de três, a Verizon utiliza animação stop-motion e personagens com cara de série infantil da década de 1960 para dizer que um iPhone, sem cobertura, não passa de um brinquedo.

A criação é da McCann Erickson New York.



fonte: Brainstorm#9

Revista "Ilustrar" para download free

A revista Ilustrar é uma publicação brasileira especializada em ilustração, arte e design e todas as edições da revista estão disponíveis para download em PDF, sendo que a edição mais recente é a nº 13, que traz o trabalho de muitos ilustradores, entrevistas interessante, enfim, um bom material para quem gosta de ilustração ou quer entender mais sobre o assunto.

Acesse www.revistailustrar.com e confira.

Fonte: TuDiBão

10/11/2009

O poder das novas mídias

Há algumas semanas, o Rodrigo Villarinho, sócio da agência Aorta, apresentou no Grupo de Estudos da Tom o excelente case desenvolvido para a banda Skank. Com uma abordagem inovadora, a campanha levou o prêmio de melhor iniciativa em novas mídias no Prêmio Multishow 2009. A apresentação segue logo abaixo. Vale a pena...
Fonte: CHMKT

"Pedimos respeito, não milagres"

Vi este comercial no blog TuDiBão e adorei. Tem um conceito super simples passando através da hironia a mensagem de que as vagas de deficientes físicos são destinados somente a esses usuários.

Esse comercial foi desenvolvido para a Comisión Especial de Discapacidad (Comissão Especial sobre Deficiência – Congresso Nacional do Perú).

Assista e veja se é ou não uma ótima ideia para sairmos aqui no Brasil fazendo nos shoppings, supermercados...

09/11/2009

Daft Chico - Desconstrução

Quem é publicitário aí levanta a mão! o/

Você consegue descrever o seu dia a dia?
Complicado, né? Pois bem, não deixe de ouvir o som abaixo…vai fazer você sorrir numa segunda-feira nublada!

Daft Punk com a letra “Desconstrução” sobre o cotidiano publicitário, uma reeleitura de Construção de Chico Buarque.

Daft Chico - Desconstrução - Thiago Correa by ag_magica

06/11/2009

Colocando a tecnologia para funcionar

Dei início hoje a distribuição de um novo cartão de visitas pessoal que utiliza a tecnologia de QrCode.

Sei que poucas pessoas utilizam esta ferramenta ainda, mas além de sua divulgação, mostro através de um link que não só esta tecnologia, mas muitas outras que estão disponíveis, podem alavancar vendas e recall de marca.

Acesse www.senise.net/qrcode

Isto não é apenas uma caixa de cereais

Quando descobri sobre a realidade aumentada, me tranformei em fã e um grande entusiasta dessa tecnologia, tanto que já falei sobre isso aqui no blog e para meus alunos de PP.

A teconologia começou como uma grande brincadeira, mas cada vez mais, vem sendo aplicada de forma muito criativa.

Vejam este exemplo de R.A. em uma caixa de cereais, transformando-a num vídeo game, muito bacana.

Infográfico de mim mesmo

O ÍonZ é o site de uma empresa que desenvolve um trabalho bem diferenciado para as empresas e marcas, sendo que agora, quando entramos no site, preenchemos informações pessoais em uma pequena pesquisa que, ao final, gera um infográfico de nós mesmos, como o meu abaixo.

O bacana desse tipo de iniciativa é que eles acabam gerando uma divulgação do trabalho que eles podem desenvolver para empresas e marcas.

05/11/2009

Papercraft Self Portrait

Para comemorar o Halloween, Eric Testroete, artista gráfico e de 3d que já trabalhou em diversos games famosos, fez uma cabeça gigante dele mesmo, em papel, usando 3DS Max 2009, Mudbox 2010, Photoshop CS3 e Pepakura.
Confira o trabalho em http://testroete.com/index.php?location=head

5 de novembro, parabéns a todos os designers

04/11/2009

Convênio com BNDES triplicará faturamento do setor de design

Enfim uma excelente notícia vinda do governo para os profissionais e empresas de design, confira e vá se preparando.

"Empresas de micro a médio porte contarão em breve com os benefícios do Cartão BNDES para contratação de serviços de design. O anúncio foi feito nesta terça-feira (03) durante o Fórum de Políticas Governamentais realizado na Brazil Design Week. O evento acontece até sexta-feira (06) na Fecomercio, em São Paulo com o tema central "Inovação e Negócios". Durante quatro dias ocorre uma série de atividades simultâneas como apresentações de cases internacionais, seminários setoriais, workshops, rodadas de negócios, fóruns e exposições da French Observeur, Brazil Design Awards 09, além dos trabalhos premiados no Festival de Cannes 2009.

Luciano Deos, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign), tem expectativa de que a iniciativa hoje anunciada triplique o faturamento das empresas do setor em três anos. O Cartão BNDES entrou em operação em 2003, um ano após sua criação. Em setembro de 2009 estendeu os benefícios para serviços tecnológicos, como design, modelagem de produto e desenvolvimento de embalagem, mas com a condição de que os serviços sejam executados por instituições científicas e de tecnologia reconhecidas pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. A segunda fase, agora anunciada, prevê o início do estudo em parceria com a Abedesign para definição de critérios de credenciamento das empresas brasileiras do setor. "Precisaremos do aval da entidade para montar critérios que transmitam confiança de que as empresas cadastradas são realmente sérias", afirmou Rodrigo Matos Bacelar, chefe de Operações de Internet do BNDES.

Atualmente 230 mil empresas brasileiras com faturamento até R$ 60 milhões anuais possuem o Cartão BNDES. Diferente de cartão de crédito tradicional, esse produto não tem tarja magnética e serve para uso exclusivo do portal www.cartaobndes.gov.br. Além da simplicidade e da agilidade na concessão de crédito, outra vantagem é a baixa taxa de juros: 0,97% ao mês. O limite máximo é de R$ 500 mil por cartões, podendo ter mais de um banco emissor. "

fonte: Vitrine Publicitária