19/03/2009

ItsImage! | Banco de imagens royalt free


Um novo banco de imagens na internet, ItsImage!
Fotos de qualidade por um preço bem acessível, comercializadas pelo sistema royalt free, que você compra o direito de uso por tempo indeterminado.
O sistema ainda está no começo das operações, mas em breve muitas imagens estarão disponíveis, vale a pena guardar este link: http://itsimage.senise.net.

18/03/2009

Comercial de Doritos causa polêmica entre homossexuais

A nova campanha brasileira de Doritos vem sendo motivo de protestos na internet. Acusados de homofóbicos, os filmes receberam diversos pedidos para serem tirados do ar através do CONAR (Conselho Nacional de Auto Regulamentação Publicitária).

Quando um dos caras dentro do carro começa a dançar “YMCA” do Village People, a marca sugere que você não divida isso com os amigos, e sim divida Doritos. Em outro comercial, “Hélio”, um garoto aspira um balão de gás hélio e começa a cantar “Like a Virgin” da Madonna, a assinatura diz novamente “Quer dividir alguma coisa com os amigos, divide um Doritos”.



Fonte: Brainstorm#9

13/03/2009

O fututo da indústria gráfica ou a indústria gráfica do futuro?

Mark Twain, provavelmente o mais genuíno de todos os escritores americanos, certa feita destilou uma pérola, desmentindo notícias de seu falecimento, veiculadas pelo jornal: "As notícias sobre minha morte foram extremamente exageradas".

Talvez algo semelhante aconteça com a indústria gráfica, cujo féretro tem sido anunciado, principalmente por veículos impressos, há quase meio século. Cito o caso de Pinkus Jaspert, jornalista especializado em indústria gráfica, que num encontro mundial do setor chamado Comprint, em 1976, preconizou que o leríamos no New York Times somente em tela, a partir do ano 2000.

Antes de profetizarmos sobre a gráfica do futuro, cabe perguntar se haverá gráfica no futuro. Quando presidente da Abigraf (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), alertei a diversos públicos empresariais de que alguns produtos da indústria gráfica pereceriam. Considerado apocalíptico, o discurso encontrava uma parte da platéia cética, cega, esperançosa e iludida. Afinal, pensamento estratégico não consta das prioridades das quase 20 mil gráficas brasileiras, eminentemente microempresas, voltadas endogenamente para seus desafios rotineiros.

Mas era evidente que alguns produtos da lavra gráfica não enfrentariam os novos tempos. A nota fiscal impressa, por exemplo, era um deles. Fruto de uma relação incestuosa entre controle fiscal, cobiça arrecadatória e aceleração das informações, era previsível que os sistemas eletrônicos integrados atropelariam a nota fiscal "arcaica".

Minha própria empresa, a Bandeirantes, foi "vitimada" pelo advento da integração bancária. Imprimíamos a relação de cartões de crédito "negativados" - aquela infame lista de "picaretas", consultada por atendentes do comércio enquanto esperávamos ansiosos a aprovação da compra. Seria cabotino dizer que o sistema de máquinas de aprovação online piorou a vida de milhões de portadores de cartão de crédito, somente porque eliminou a listagem impressa. O triunfo da informação digital era líquido e certo.

Todavia, há produtos gráficos com uma sobrevida considerável, principalmente nos países emergentes. Consideremos apenas alguns dados recentes:

1) Enquanto a demanda por jornais nos EUA cai sucessivamente, o Instituto Verificador de Circulação (IVC) emitiu no início do ano o relatório de tiragens no Brasil em 2008, apresentando um acréscimo de 5% na circulação média diária, ante 11,8% de crescimento em 2007, e 6,5%, em 2006;

2) Segundo dados da Abigraf e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o valor da produção setorial em 2008 ultrapassou R$ 23,44 bilhões, ou aproximadamente US$ 13,24 bilhões, com dólar médio de R$ 1,77. Em 1996, o PIB da indústria gráfica brasileira era de US$ 5,7 bilhões. Uma diferença considerável. No período de oito anos, entre 2000 e 2008, o contingente de colaboradores saltou de 168 mil para 204 mil, de acordo com o Ministério do Trabalho;

3) Mesmo nos mercados "saturados", como dos EUA, a tendência é de consumo crescente de papel, obviamente com a redução de alguns produtos. Um estudo de tendências chamado "The Status of Print 2005", publicado pelo Rochester Institute of Technology, revelou que, entre 1998 e 2020, os EUA passarão de 61,65 milhões para 75,93 milhões de toneladas/ano de consumo de papel. Há encolhimento de demanda prevista em vários segmentos, como periódicos, jornais, livros, catálogos e manuais. Por outro lado, há incrementos significativos em embalagem, promoção e papel cortado.

Mas, com tudo isso, será que podemos nos iludir? Segundo Andy Grove, ex-presidente da Intel, "só os paranóicos sobrevivem". A paranóia da ameaça à indústria gráfica tem fundamento. Quando a Sony lança uma tela flexível que simula a portabilidade do papel, é insensato desprezar o avanço tecnológico que já obsoletou produtos gráficos.

A Amazon, cujo catálogo digital tem 230 mil títulos, e o Google, com sete milhões de títulos fora de catálogo, são atores principais nesse cenário futurista de difusão digital da informação. Entretanto, num cenário realista, o papel impresso e a tecnologia digital ainda conviverão por muito tempo, principalmente nos países emergentes. Quantos leitores emergentes dos BRICs (grupo integrado por Brasil, Rússia, Índia e China) poderão pagar os US$ 359,00 do livro eletrônico Kindle 2, apresentado pela Amazon no dia 9 de fevereiro último?

Como será, então, essa gráfica do futuro? Algumas das características de empresas gráficas do futuro, garantindo longevidade, adaptabilidade e geração de valor ao negócio, serão:

1) Eficiência absoluta: nossa indústria ainda é altamente ineficiente, em termos de perdas (lidamos com um produto ambientalmente sensível, o papel) e geração de valor "per capita". O faturamento médio por funcionário da gráfica brasileira é de US$ 50 mil anuais, relativamente baixo comparado a outras indústrias;

2) Especialização notória: como se distinguir como líder no share of mind do seu cliente, quando há 20 mil concorrentes? A especialização, o controle de processo e a liderança de determinado segmento são ferramentas indispensáveis para a sobrevivência;

3) Agregação de valor: o destino da indústria madura - e a indústria gráfica é uma balzaquiana de 550 anos - é a "comoditização" dos serviços e rebaixamento dos preços. As gráficas do futuro deverão identificar oportunidades de agregar serviços a partir da visão do cliente, não da sua própria. Terá mais sucesso quem melhor souber desenvolver parcerias na solução dos problemas deste cliente;

4) Flexibilidade: gráfico tem os olhos voltados para seu próprio umbigo. Empresários com máquinas offset desconsideram impressão digital. Além disso, produtos plásticos impressos não são considerados gráficos, no sentido tradicional. Limitações de perspectiva, normalmente geradas a partir da visão do processo e não da demanda, inibem flexibilidade, fundamental em épocas de transição. Não me consta que a Nokia, uma empresa centenária, tenha fabricado telefones celulares desde sua fundação.

Pensando bem, essas características poderiam valer para empresas do futuro, não somente gráficas. Enquanto isso, continuaremos a ler sobre a morte anunciada do impresso sobre papel, exatamente nos moldes dos proclamas funéreos de Mark Twain.

Fonte:
Portal da Propaganda
Mário César de Camargo
presidente do Sindigraf-SP

12/03/2009

Ação de marketing espalha corpos em Londres.

Para promover o lançamento do aguardado “Resident Evil 5″, marcado para amanhã, sexta-feira 13, a agência Monument PR criou uma ação do tipo caça-ao-tesouro diferente em Londres.

50 pedaços de corpos humanos (de mentira, é claro), como braços, pernas e cabeças, foram espalhados em locais secretos por toda a cidade. A ação aconteceu hoje de manhã, e pouco mais de 100 pessoas se registraram para participar e tentar encontrar os membros.

Como você já deve imaginar, a iniciativa causou polêmica e teve até intervenção da polícia. Isso porque alguns “pedaços de corpos” continuam desaparecidos, e as autoridades locais receberam ligações de denúncia e reclamações.

A caça-ao-tesouro foi divulgada apenas na internet, em fóruns, blogs e sites especializados em games. O prêmio para quem encontrasse mais membros era uma viagem com acompanhante para a África, continente em que se passa a trama de “Resident Evil 5″.



Fonte: Brainstorm#9

11/03/2009

Marketing agressivo | Coca-cola dá refrigerante grátis

A Coca-Cola lançou mão de um novo artifício para enfrentar um competidor. Cada pessoas que comprar uma Mountain Dew, refrigerante cítrico da Pepsico, receberá um cupom para trocar gratuitamente por uma Vault, produto da Coca que atua no mesmo segmento. A idéia é "converter" esses consumidores e a ação tem o nome de "Vault Taste Challenge".


Segundo a publicação Beverage Digest, a Mountain Dew tem atualmente mais de 80% do mercado cítrico, contra 4% do Vault.

A estratégia de oferecer produtos gratuitamente foi adotada recentemente por gente como Starbucks, Dunkin'Donuts e Taco Bell. Além de atrair público, as marcas ganharam espaço na mídia, consagrando essa como uma grande estratégia de relações públicas.

Um dos melhores exemplos foi o refrigerante Dr. Pepper, que prometeu dar uma lata do produto para cada norte-americano no dia em que a banda Guns N´Roses finalmente lançasse o álbum Chinese Democracy, após 17 anos de espera. O anunciante aproveitou e cumpriu a promessa, atraindo milhões de pessoas, que deveriam assinar um cadastro no portal da empresa. Um porém é que o site da empresa teve problemas e a banda não gostou nada disso.

Fonte: AdAge

06/03/2009

Uma cidade virtual para divulgar o Triple Play

A Comcast – provedora de tv a cabo, internet e telefonia - estreou ontem nos Estados Unidos uma nova campanha integrada bem interessante chamada Dream Big.

A ação traz uma série de comerciais de TV e um site social, o Comcast Town.com - uma cidade onde o usuário pode montar sua própria casa ( no melhor estilo “The Sims”). Além disso, há muita interação e jogos bem legais.

A linha visual é toda em perspectiva isométrica 2D/3D (famosa em jogos no estilo Simcity) com um trilha fantástica que lembra a do filme Juno. O objetivo da campanha é divulgar o pacote Triple Play, que inclui internet de alta velocidade, TV a cabo digital e serviços de telefonia VOIP.

A criação ficou por conta da agência Goodby, Silverstein and Partners e a direção é da dupla Smith & Foulkes, da Nexus Productions, que recentemente foram indicados ao Oscar pelo curta This Way Up.

Abaixo, você pode assistir ao comercial principal da campanha. No canal da Comcast no YouTube tem mais – é só clicar aqui para ver.

Brasil será palco do maior evento mundial de comunicação de marketing

O encontro, inédito no País, pretende reunir em São Paulo e Rio de Janeiro, cerca de 500 profissionais ligados à área, entre eles, líderes do mercado mundial e nacional. São anunciantes, veículos, agências e fornecedores do segmento, que debaterão as perspectivas e principais questões para o futuro global da indústria da propaganda. O tema central das discussões será "Antevisão do Futuro".

Em São Paulo, no dia 11 de março, no Hotel Renaissance, acontecem palestras e debates com a presença de expoentes como: Chris Burggraeve, CMO (Chief Marketing Officer) da AB InBev; Bernhard Glock, Vice-Presidente Mundial de Compra de Mídia da Procter & Gamble; Johan Jervoe, Vice-Presidente Mundial de Marketing do McDonald´s; Maurice Levy, CEO do Publicis Groupe; entre outras personalidades.

Na seqüência, no Rio de Janeiro, será realizada a Assembléia Geral da WFA, uma série de reuniões de trabalho do board e de vários grupos e comitês da Federação. "É uma honra saber que estamos dando início às comemorações dos 50 anos da Associação Brasileira de Anunciantes com esse grande evento. Há 27 anos que o Brasil não sediava um encontro deste porte. O último foi realizado pela IAA, International Advertising Association", comemora Ricardo Alves Bastos, Presidente da ABA.

O executivo salienta que o programa da conferência está riquíssimo e inclui apresentações de líderes mundiais de grandes players do universo da comunicação de marketing. "Também teremos mesas redondas com gestores globais das duas faces essenciais da comunicação das empresas: a mercadológica e a corporativa", completa.

A WFA/ABA Global Advertiser Week tem como patrocinadores máster a Rede Record e o SBT; patrocinadores institucionais: Banco do Brasil, Banco Itaú, Banco HSBC, Banco Real, Bradesco, Bosch, Coca-Cola, Correios, Johnson & Johnson, Nestlé, Fiat, Unilever, Terra, Petrobras, Philips; e patrocinador premium a Rede Globo.

A WFA, World Federation of Advertises, (www.wfanet.org) reúne entidades de anunciantes de 55 paises e 50 grandes corporações anunciantes globais .Entre os integrantes das associações nacionais e os conglomerados diretamente ligados à federação, calcula-se que a WFA reúna investimentos anuais em comunicação de marketing acima de 700 bilhões de dólares.

Informações:
Evento: WFA/ABA Global Advertiser Week (www.aba.com.br/wfa)
Data: 11 de março de 2009
Horário: 9h às 21h30
Local: Hotel Renaissance - Alameda Jaú, 1620, Jardim Paulista - São Paulo.
Informações e Inscrições: 0800.124588 / (11) 3283-4588 ou www.aba.com.br
Valores: Associados ABA (R$450,00) / Não Sócios (R$700,00)

03/03/2009

Vagas em Publicidade na RMC | Blog para divulgar vagas de emprego

Olá a todos,

Acabei de colocar no ar um novo blog, o Vagas em Publicidade na RMC.
Neste blog vocês encontrarão vagas para o mercado publicitário na região de Campinas. Quem tiver alguma vaga ou souber de alguma vaga, por favor envie para mp-rmc@senise.net que publicarei no blog, conto com a ajuda de todos.


Abraço a todos

Luciano Senise

02/03/2009

A saga de um Clone Trooper no Brasil

Para divulgar a série “Star Wars: Clone Wars”, o Cartoon Network convidou a 501st Divisão Brasil, grupo de fãs que se vestem com roupas originais do Império Galáctico, parar criar uma série de vídeos mostrando a rotina de Clone Trooper no Brasil.

Ele acorda, toma café da manhã, vai trabalhar na Av. Paulista, vai pra praia no Guarujá. São 4 vídeos disponíveis no canal do YouTube: CloneWarsNoCartoon. A ação inclui ainda um quiz no Flash Pops, desenvolvido em parceria com o Conselho Jedi SP.

Assista um dos filmetes abaixo. A criação é da agência iChimps.



Fonte: Brainstorm#9